Quando o "não" é a única coisa que você tem tido contato nos últimos tempos é praticamente impossível visualizar ou construir uma ideia de que o "talvez" possa se fazer presente em sua própria vida.
Dia a dia, tempo a tempo, as irrealidades que se faziam presentes em consenso com o cotidiano se desfragmentam, se desistituem... não há muito sabor de sobra.
A composição dos (próximos) passos está tão dúbia que a tolerância ao diário sequer se compõe...
O fortuito do próprio fim se torna um fardo; já não é sequer possível se carregar, então, como providenciar algo, aos outros?
A vida é una, única, mas muitas vezes irrelevante.
E mesmo assim não consigo traçar objetivos a serem cumpridos - ou sequer perseguidos.
A todo momento eu tento me reaver, me recriar, me redispor, me recompor...
Mas já são tantos pedaços perdidos, deixados de lado, que eu nem sei mais do que me constituo.
De qual é a finalidade. E se há algum fim.
Tento mover, entender, recomeçar...
Bem sei que a diferença entre prosperar e o seu contraponto muitas vezes faz parte de uma mera perspectiva; e o grande problema é que não consigo perspectivar o hoje (de minha vida) - estado líquido num fluido denso de incertezas.
Tantas negações e decepções fazem desse momento somente um recorrido do mesmo de sempre - a 'pérdida' incansável que teima em persistir.
Pois...
Fazer parte (do quê)? Ou partir (para onde)?
São questões que se fazem presentes, mas ao mesmo tempo tão vazias (de sentido)...
Sem motivos, nem objetivos...
Me questiono se estou (muitas vezes) vivo.
Qual será a minha lei?
terça-feira, 6 de março de 2018
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Pudera
O frio que me gela
Faz parte da solidão que me cerca
Se um dia havia alguma vontade
Hoje somente permanece a realidade
Voraz, contumaz; plana e irresponsiva
Dos momentos bons que houveram
Restam as memórias
Que já não se fazem capazes
De sustentar o ser sintético
Pois não há mais caminho para viver
Sem soluções que sejam temporárias
Os portos seguros de uma antiga vida
Não mais são seguros;
nem sequer portos
Eles ajudam a construir a situação insustentável
de alguém que não consegue
sair do mesmo lugar,
Pois mesmo que alguma trilha possa ser traçada
os caminhos estão mais obscuros do que nunca
estiveram...
Onde estão?
Estive.
Estou.
Estarei.
Perambulando, parado
Num paradigma de possibilidades não concretizadas
E...
Começar de novo...
algo que sequer iniciou é uma perversa piada
que posterga o que tempo para a tão conhecida indefinição
Não há mais como estar;
Os pequenos pontos de apoio
Já se foram
E você não pode nem contar,
como também
não consegue mais amparar
Talvez a nada...nem a ninguém...
Tampouco a si mesmo
Dita as horas. Os dias.
O quê mesmo?
De hoje em um quê de diante não determino
Nada. Nada mais.
Proceder sem procedimentos...
Providenciar a própria providência...
Só não sei mais...
O que fazer...?
Faz parte da solidão que me cerca
Se um dia havia alguma vontade
Hoje somente permanece a realidade
Voraz, contumaz; plana e irresponsiva
Dos momentos bons que houveram
Restam as memórias
Que já não se fazem capazes
De sustentar o ser sintético
Pois não há mais caminho para viver
Sem soluções que sejam temporárias
Os portos seguros de uma antiga vida
Não mais são seguros;
nem sequer portos
Eles ajudam a construir a situação insustentável
de alguém que não consegue
sair do mesmo lugar,
Pois mesmo que alguma trilha possa ser traçada
os caminhos estão mais obscuros do que nunca
estiveram...
Onde estão?
Estive.
Estou.
Estarei.
Perambulando, parado
Num paradigma de possibilidades não concretizadas
E...
Começar de novo...
algo que sequer iniciou é uma perversa piada
que posterga o que tempo para a tão conhecida indefinição
Não há mais como estar;
Os pequenos pontos de apoio
Já se foram
E você não pode nem contar,
como também
não consegue mais amparar
Talvez a nada...nem a ninguém...
Tampouco a si mesmo
Dita as horas. Os dias.
O quê mesmo?
De hoje em um quê de diante não determino
Nada. Nada mais.
Proceder sem procedimentos...
Providenciar a própria providência...
Só não sei mais...
O que fazer...?
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Daily Li(f)e
A vida diária não passa de uma mentira que contamos a nós mesmos para continuarmos (ou tentarmos) - sãos; em meio a tudo. Em meio o nada.
Como aceitar que o tempo se passa e não o vemos?
Como acreditar que tudo aquilo que se passou já é algo que nem mais sentimos?
Como refutar que os sentimentos mais intensos em nós mesmos não fazem mais parte da nossa diária vida?
Os "bons tempos" sempre foram outros, independente de quando vivemos - talvez eles não tenham sido tão bons assim, àquela época...
Por quê será que não conseguimos vivenciar a felicidade no momento em que vivemos?
A fluidez do momento nos impede de enxergar aquilo que realizamos?
Nada é tão ruim que não possa ficar pior...
Mas, por quê o bom momento de nossas breves vidas não pode perdurar?
Um breve questionamento, uma pequena reflexão pode ser capaz de pôr tudo a perder - por quê de fato estamos aqui e fazemos disso um único fato?
Estar desperto para entender que o algo a mais deve ser o que se faz; compreender que o caminho é o que importa; evitar as insensatas utopias; tudo isso pode fazer com que a nossa mentira diária se torne ao menos um pouco mais de verdade. Enfim, é algo a fazer. Tentar criar em em nossa mente algum fluxo verídico de vida, o qual de fato vivenciamos, é um difícil procedimento de reconhecer que "ser" e "estar" fazem parte de um processo de percepção daquilo que realmente importa (ou deveria importar).
Por entre esse dilema transcorrem os fatos, os dias, a vida... e percorrer essa passagem é um rito diário que deveria ser composto mais de menos, mas que esse menos possa ser de fato; algo.
Algo - sem regras - para conceber um ritmo rotineiro que desconsidere soluções.
Afinal, etapas, sejam elas quais forem, irão se suceder até um momento que as não consideraremos mais - seja por uma eventual finitude ou o emaranhamento de (as) situações...
Somente tenho algo mais a dizer:
(que) Seja.
Como aceitar que o tempo se passa e não o vemos?
Como acreditar que tudo aquilo que se passou já é algo que nem mais sentimos?
Como refutar que os sentimentos mais intensos em nós mesmos não fazem mais parte da nossa diária vida?
Os "bons tempos" sempre foram outros, independente de quando vivemos - talvez eles não tenham sido tão bons assim, àquela época...
Por quê será que não conseguimos vivenciar a felicidade no momento em que vivemos?
A fluidez do momento nos impede de enxergar aquilo que realizamos?
Nada é tão ruim que não possa ficar pior...
Mas, por quê o bom momento de nossas breves vidas não pode perdurar?
Um breve questionamento, uma pequena reflexão pode ser capaz de pôr tudo a perder - por quê de fato estamos aqui e fazemos disso um único fato?
Estar desperto para entender que o algo a mais deve ser o que se faz; compreender que o caminho é o que importa; evitar as insensatas utopias; tudo isso pode fazer com que a nossa mentira diária se torne ao menos um pouco mais de verdade. Enfim, é algo a fazer. Tentar criar em em nossa mente algum fluxo verídico de vida, o qual de fato vivenciamos, é um difícil procedimento de reconhecer que "ser" e "estar" fazem parte de um processo de percepção daquilo que realmente importa (ou deveria importar).
Por entre esse dilema transcorrem os fatos, os dias, a vida... e percorrer essa passagem é um rito diário que deveria ser composto mais de menos, mas que esse menos possa ser de fato; algo.
Algo - sem regras - para conceber um ritmo rotineiro que desconsidere soluções.
Afinal, etapas, sejam elas quais forem, irão se suceder até um momento que as não consideraremos mais - seja por uma eventual finitude ou o emaranhamento de (as) situações...
Somente tenho algo mais a dizer:
(que) Seja.
TransVer
As vezes enxergo no rosto das pessoas passagens de livros - detalhadas descrições de uma personalidade abstrata que se configura por uma ação não necessariamente ativa vinda de cada uma delas.
Transfiguro passagens - "me reío" das situações. Como se houvesse um mar de páginas que transcorrem na minha cabeça; como se tudo que eu estivesse vendo já houvesse sido escrito, ou ao menos 'redigido' em minha mente. Não um deja vu, mas algo... já natural, o qual não expressa nenhuma nova particularidade.
É uma situação pra lá de engraçada... vejo personagens de uma vida que, para mim, é tão real quanto parágrafos manuscritos há décadas - eles estão dados, e... eu, bem... nem sei se sempre os vivencio quando os encontro.
São dias. Horas. Segundos.
De... re-imaginação.
Das páginas que se apresentam e se fecham sem quaisquer continuidade; as quais eu já nem mais as percebo, nem mais as descrevo... elas correm. Se sobrepõem... e, bem, tudo - novamente - se configura como nada no cerne da minha (in)percepção.
Estar (e) ou não estar já não faz mais tanta diferença (nesse mundo [tão irreal])...
Transfiguro passagens - "me reío" das situações. Como se houvesse um mar de páginas que transcorrem na minha cabeça; como se tudo que eu estivesse vendo já houvesse sido escrito, ou ao menos 'redigido' em minha mente. Não um deja vu, mas algo... já natural, o qual não expressa nenhuma nova particularidade.
É uma situação pra lá de engraçada... vejo personagens de uma vida que, para mim, é tão real quanto parágrafos manuscritos há décadas - eles estão dados, e... eu, bem... nem sei se sempre os vivencio quando os encontro.
São dias. Horas. Segundos.
De... re-imaginação.
Das páginas que se apresentam e se fecham sem quaisquer continuidade; as quais eu já nem mais as percebo, nem mais as descrevo... elas correm. Se sobrepõem... e, bem, tudo - novamente - se configura como nada no cerne da minha (in)percepção.
Estar (e) ou não estar já não faz mais tanta diferença (nesse mundo [tão irreal])...
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Away
Sim.
Hoje eu percebi.
De maneira muito particular, porém clara... que não estou mais aqui.
Não que 'eu', de fato, não esteja... mas é que eu simplesmente não me sinto mais parte daqui.
Desse grupo de pessoas, desse montante de fatos, das situações que as circundam...
Trabalho à parte, vivo à parte, estou à parte.
Olho para o entorno, observo as pessoas, as escuto. E não consigo me colocar a par de nada que questionam; é como se nada disso me interessasse mais. Não me incomoda. Nem me toca.
Aquilo que é lido me afeta de outra maneira - as minhas ideias são outras - não há conexão. Eles suplantam o interessante pelos seus interesses - que nada me interessam.
Seus motivos, suas conclusões... passam longe daquilo que - realmente - deveria ser considerado como importante.
O banal é tudo. O que é necessário é se igualar... dizem eles. A equalização nivela lá por baixo.
Eu. Eu... já não digo nada mais.
Afinal o que (te) importa?
O caminho que fiz até então sempre me levou por rotas alternativas, mas claramente vejo que já estou longe, longe, longe... de qualquer senda ou trilha que me conduza de volta para esse meio. A essa conurbação (humana?).
Me sinto como algo vagando em torno deles. Algo incompreensível (até para si mesmo). Algo que talvez não devesse estar por a(l)i... (sem questionamentos...)
Não é que eu não seja suscetível - eu só não consigo v(iv)er sucesso em participar de algo o qual eu (já) não faço (mais) parte.
O passado nunca me alcançou, o presente não me pertence e o futuro...passa.
Não sei como me integrar - e nem se quero.
E o pior (ou não) é que não (me) sinto (nada) mal com tudo isso.
Eu já nem sei se consigo sentir algo - em relação a essa questão.
Me pergunto.
Me procuro.
Tudo que acho...
É um ser de cabeça baixa, fitando o horizonte em uma tentativa de compreender as próprias ideias e a situação em que (faz tempo) se meteu...
A...
(there is?)
Way.
Hoje eu percebi.
De maneira muito particular, porém clara... que não estou mais aqui.
Não que 'eu', de fato, não esteja... mas é que eu simplesmente não me sinto mais parte daqui.
Desse grupo de pessoas, desse montante de fatos, das situações que as circundam...
Trabalho à parte, vivo à parte, estou à parte.
Olho para o entorno, observo as pessoas, as escuto. E não consigo me colocar a par de nada que questionam; é como se nada disso me interessasse mais. Não me incomoda. Nem me toca.
Aquilo que é lido me afeta de outra maneira - as minhas ideias são outras - não há conexão. Eles suplantam o interessante pelos seus interesses - que nada me interessam.
Seus motivos, suas conclusões... passam longe daquilo que - realmente - deveria ser considerado como importante.
O banal é tudo. O que é necessário é se igualar... dizem eles. A equalização nivela lá por baixo.
Eu. Eu... já não digo nada mais.
Afinal o que (te) importa?
O caminho que fiz até então sempre me levou por rotas alternativas, mas claramente vejo que já estou longe, longe, longe... de qualquer senda ou trilha que me conduza de volta para esse meio. A essa conurbação (humana?).
Me sinto como algo vagando em torno deles. Algo incompreensível (até para si mesmo). Algo que talvez não devesse estar por a(l)i... (sem questionamentos...)
Não é que eu não seja suscetível - eu só não consigo v(iv)er sucesso em participar de algo o qual eu (já) não faço (mais) parte.
O passado nunca me alcançou, o presente não me pertence e o futuro...passa.
Não sei como me integrar - e nem se quero.
E o pior (ou não) é que não (me) sinto (nada) mal com tudo isso.
Eu já nem sei se consigo sentir algo - em relação a essa questão.
Me pergunto.
Me procuro.
Tudo que acho...
É um ser de cabeça baixa, fitando o horizonte em uma tentativa de compreender as próprias ideias e a situação em que (faz tempo) se meteu...
A...
(there is?)
Way.
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
J
I do wonder.
It feels like I have been doing this for a life, by now.
The years go by...
And I keep searching.
Imagining... If.
The Jewel is still out there.
As it once has been... and it still is, a... Jewel.
Wish I could (re)find.
Or that I could be found - where I have always been.
It feels like I have been doing this for a life, by now.
The years go by...
And I keep searching.
Imagining... If.
The Jewel is still out there.
As it once has been... and it still is, a... Jewel.
Wish I could (re)find.
Or that I could be found - where I have always been.
sábado, 19 de agosto de 2017
É
Estar. Ser. Perceber.
A (Ir)realidade é tão estranha que parece... ela nem parece. É isso o que acontece.
Alguns fatos - algumas pessoas - alguns casos - algumas situações - alguns gostos - e alguns rostos.
Tudo isso parece tão distante. Evidente em uma(s) outra(s) vida(s) que já se fo(-ram)i...
Mas esses supra-citados simplesmente te pertencem. A ponto de parecer - ao mesmo tempo - que a passo de que nada disso persiste como real (é como se de fato nada disso tivesse acontecido!) o sabor e os sentimentos desses momentos conseguissem se retratar em sua mente com um frescor desigual (talvez só nela! Talvez tudo isso tenha se passado só - e somente - nela).
Não sei como me explicar... é uma situação estranha...
Ler palavras de pessoas que já se foram (daqui). Não se reconhecer, as vezes, em suas próprias palavras... que estão marcadas por aí... não entender, não identificar que aquilo (um dia!) foi você.
Se enxergar como menos do que era... sem que hoje, não sei, talvez nem saber se definir - ou se interpretar no papel de si próprio...
O caminho do (meu) (irre)conhecimento as vezes gera nuances tão extrusos que você não consegue identificar de onde veio - como chegou até onde está - e muito menos o que fez para se encontrar justamente assim. Agora.
São passos em um perdido. No vazio etéreo que é a definição do rumo da (própria) vida.
É aquela velha máxima... do amanhã ninguém é dono, e jamais se pode prever o que vai ser dele.
Mesmo que estejamos no mesmo lugar (físico) quem disse que seremos (nós e o lugar!) os mesmos?!
Cada leitura dessa repetição anotada no tempo se faz uma nova interpretação do mesmo, marcado, dito, e... feito.
Vivo hoje. Sim. Talvez até o agora.
Mas... mal sei, se eu (mesmo!) estarei vivo... quando quer que... seja (!).
Pois bem, é como disse logo de início...
A história está presente em nosso cerne; e não adianta em nada se questionar sobre isso.
Somente hemos de Perceber: para Ser, devemos, por aqui, Estar.
A (Ir)realidade é tão estranha que parece... ela nem parece. É isso o que acontece.
Alguns fatos - algumas pessoas - alguns casos - algumas situações - alguns gostos - e alguns rostos.
Tudo isso parece tão distante. Evidente em uma(s) outra(s) vida(s) que já se fo(-ram)i...
Mas esses supra-citados simplesmente te pertencem. A ponto de parecer - ao mesmo tempo - que a passo de que nada disso persiste como real (é como se de fato nada disso tivesse acontecido!) o sabor e os sentimentos desses momentos conseguissem se retratar em sua mente com um frescor desigual (talvez só nela! Talvez tudo isso tenha se passado só - e somente - nela).
Não sei como me explicar... é uma situação estranha...
Ler palavras de pessoas que já se foram (daqui). Não se reconhecer, as vezes, em suas próprias palavras... que estão marcadas por aí... não entender, não identificar que aquilo (um dia!) foi você.
Se enxergar como menos do que era... sem que hoje, não sei, talvez nem saber se definir - ou se interpretar no papel de si próprio...
O caminho do (meu) (irre)conhecimento as vezes gera nuances tão extrusos que você não consegue identificar de onde veio - como chegou até onde está - e muito menos o que fez para se encontrar justamente assim. Agora.
São passos em um perdido. No vazio etéreo que é a definição do rumo da (própria) vida.
É aquela velha máxima... do amanhã ninguém é dono, e jamais se pode prever o que vai ser dele.
Mesmo que estejamos no mesmo lugar (físico) quem disse que seremos (nós e o lugar!) os mesmos?!
Cada leitura dessa repetição anotada no tempo se faz uma nova interpretação do mesmo, marcado, dito, e... feito.
Vivo hoje. Sim. Talvez até o agora.
Mas... mal sei, se eu (mesmo!) estarei vivo... quando quer que... seja (!).
Pois bem, é como disse logo de início...
A história está presente em nosso cerne; e não adianta em nada se questionar sobre isso.
Somente hemos de Perceber: para Ser, devemos, por aqui, Estar.
sexta-feira, 14 de abril de 2017
...
A linha da vida é tão tênue...
Como ela se dá, como ela surge...
E como ela se vai, se esvai...
Saber que o agora (presente) só é agora por estarmos por aqui, vivos, é tão... ineficiente.
Entender que o próximo minuto pode se converter em nada é... tão Real.
Um gosto amargo que surge ao entender o que de fato é, ou seria, uma despedida (de verdade)...
A vida simplesmente acontece em nossas mentes - e assim parece que só seja.
Somos claramente dependentes disso... dessa condição.
Uma vez que ela não funcione, os traços se vão. Os fatos se vão. Nós, vamos.
Não há (um)a realidade.
e... puramente... (a partir disso)
O que traçar nessas entrelinhas da 'vida' toma para si um significado tão... vazio.
(Como sempre o foi...)
Pois elas, são (e estão sendo) escritas em plena areia.
So, It should pretty much seem like this:
Stay.
Stand.
Stop.
...Silence.
C'est ainsi... La Vie...
Como ela se dá, como ela surge...
E como ela se vai, se esvai...
Saber que o agora (presente) só é agora por estarmos por aqui, vivos, é tão... ineficiente.
Entender que o próximo minuto pode se converter em nada é... tão Real.
Um gosto amargo que surge ao entender o que de fato é, ou seria, uma despedida (de verdade)...
A vida simplesmente acontece em nossas mentes - e assim parece que só seja.
Somos claramente dependentes disso... dessa condição.
Uma vez que ela não funcione, os traços se vão. Os fatos se vão. Nós, vamos.
Não há (um)a realidade.
e... puramente... (a partir disso)
O que traçar nessas entrelinhas da 'vida' toma para si um significado tão... vazio.
(Como sempre o foi...)
Pois elas, são (e estão sendo) escritas em plena areia.
So, It should pretty much seem like this:
Stay.
Stand.
Stop.
...Silence.
C'est ainsi... La Vie...
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