Once more, I have to say it, as always...
Anos de costume. Anos de experiência(s). Só(mente) para lembrar que se deve aproveitar o que se faz (agora).
Não que eu não saiba lidar com isso, talvez pelo contrário...
É só uma nota de lembrança, uma nota para lembrar, talvez...
Eu bem sei, os tempos mudam e não perdoam, e não nos adianta buscar o mesmo, querer o mesmo, viver o mesmo...
Há sim, que se continuar, se buscar, se querer, se viver; mas sempre o que nos cabe - no momento, quem sabe! Talvez manter tudo isso além, mirando a frente... mas relacionando de forma real o ser e o agora. A única forma de se viver sem poder se esquecer, sem poder se rejeitar, sem poder con(s)tar o vazio do espírito e da experiência.
Talvez seja a consumação do entendimento que há de se dizer "adeus" e que ele é, sim, sempre, definitivo - independente da situação, pois bem, pois mal, ela jamais será a mesma quando se consumir. Talvez algo novo há por vir, e não podemos - jamais - descreditar essa possibilidade; mas esse é um momento de se alinhar o passado, que se faz tão presente, para guardá-lo como se fosse para todo sempre (presente).
É isso... só(mente).
Vá em paz (R!), pois eu tentarei encontrá-la também... que seja aos meus modos, já que os nossos vão se diluir no tempo...
'Cause it won't back down...
Vielen Dank für Alles mein Dobber!
segunda-feira, 1 de julho de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Memórias Coletivas de um Tempo Atrás
Nem todo lugar é bom. Nem toda viagem é inesquecível. Nem toda companhia é aceitável. Nem toda experiência é válida.
Tendo isso como partida é fácil considerar o que realmente faz a diferença - seja na sua vida ou na daqueles que compartiram momentos com você.
Existem coisas esquecidas, existem coisas que esquecemos... mas é só depois de anos, e que seja em diversas ocasiões, é que percebemos o quanto um determinado tempo de vida foi importante: e isso se dá quando vemos (ou sentimos) nos outros um (o) sentimento idêntico ao próprio em relação a tais momentos.
Esse tipo de unanimidade não é burra, é, em realidade, a declaração da certeza dos seus próprios sentimentos e memórias... (e não há nada mais incerto e subjetivo do que seus próprios...)
Não sei o que dizer, e na verdade, não quero pensar que é só com a minha presença é que tais coisas acontecem, pois não são... mas é ótimo, incrível, poder perceber que momentos partilhados realmente foram reais, verdadeiros, sinceros (mesmo que tivessem lá seus problemas...). - É um deleite para uma pessoa como eu, que tenta estar ávido e vivo a cada situação.
Isso tudo é apenas uma constatação boba, tola.... para notar que isso é de fato importante, e com certeza será interessante pensar mais sobre isso no futuro... e sempre além.
Sempre sem esquecer que não é a intenção de voltar atrás naquilo que foi: algumas coisas foram justamente como tiveram que ser e possuíram o tempo exato que deveriam ter - então, na verdade, é apenas aclamar uma ode aos bons tempos (que sempre ocorrerão, tomara!) e dizer que foi bom ter(-los) comigo.
Tendo isso como partida é fácil considerar o que realmente faz a diferença - seja na sua vida ou na daqueles que compartiram momentos com você.
Existem coisas esquecidas, existem coisas que esquecemos... mas é só depois de anos, e que seja em diversas ocasiões, é que percebemos o quanto um determinado tempo de vida foi importante: e isso se dá quando vemos (ou sentimos) nos outros um (o) sentimento idêntico ao próprio em relação a tais momentos.
Esse tipo de unanimidade não é burra, é, em realidade, a declaração da certeza dos seus próprios sentimentos e memórias... (e não há nada mais incerto e subjetivo do que seus próprios...)
Não sei o que dizer, e na verdade, não quero pensar que é só com a minha presença é que tais coisas acontecem, pois não são... mas é ótimo, incrível, poder perceber que momentos partilhados realmente foram reais, verdadeiros, sinceros (mesmo que tivessem lá seus problemas...). - É um deleite para uma pessoa como eu, que tenta estar ávido e vivo a cada situação.
Isso tudo é apenas uma constatação boba, tola.... para notar que isso é de fato importante, e com certeza será interessante pensar mais sobre isso no futuro... e sempre além.
Sempre sem esquecer que não é a intenção de voltar atrás naquilo que foi: algumas coisas foram justamente como tiveram que ser e possuíram o tempo exato que deveriam ter - então, na verdade, é apenas aclamar uma ode aos bons tempos (que sempre ocorrerão, tomara!) e dizer que foi bom ter(-los) comigo.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Immer Während
"Todas as mudanças, mesmo que as mais desejadas, têm a sua
melancolia, porque aquilo que deixamos para trás é uma parte de nós. É
preciso morrer para uma vida quando se entra numa outra." (O crime de
Sylvestre Bonnard, Anatole France)
Vida, antiga; vida, longa; vida, breve; vida, nova; vida; vida, vida ...
É e Há, desde sempre, um momento que eu posso dizer que não estou completamente perdido por aí, seja como for, seja por que viés for...
Na verdade, o que eu quero dizer é que simplesmente, em um passo, depois de vários passos, eu não estou precisando me preocupar com o que fazer hoje, ou com um futuro breve, pois, de certa forma, pela primeira vez, vivo um momento no qual não há do reclamar - o que se vive!
E o que se expõe nessas horas, nas quais se não há plenitude, também não podemos considerar que exista alguma falta?
Creio que é uma resposta fácil, simples, bastante adivinhavel por parte de qualquer um.
- É, pois, simplesmente a saudade da vida que tivemos em outros momentos, não tão completos como o 'hoje'. A saudade do que vivemos, mesmo que tenha sido da forma mais complicada e complexa, ou simplesmente vã, perdida...
O que posso concluir, é que, na verdade, isso quer dizer que o que vivi, vivi bem! E isso me deixa alegre, feliz, por saber que em matéria de viver, eu não deixei nada para trás...
Mas por outro lado...
É uma simples vontade de voltar àqueles dias, viver alguns momentos, sentir alguns gostos e sabores por aí... que passaram, e que obviamente, não voltam mais - posso tentar tocá-los, sentí-los, degustá-los, mas a verdade, a realidade é que eles se foram! Jamais serão os mesmos... é simples, é entendível. Porém não posso dizer que seja o mais... gostoso a sentir... talvez essa seja minha fraqueza: querer poder voltar a 'vidas passadas' (pois o que não se dá, hoje, não é senão, outra vida) - mas tenho consciência plena de que isso não é possível, e mesmo que eu faça ou tente fazer algo que se remeta ao que passou, já entro prevenido, mas isso não muda o fato d'eu me sentir um pouco nostálgico em meio a tudo isso...
- São memórias boas... são gostos doces... e tudo que tenho são lembranças, artigos, fotos... e o doce sentir em sua própria alma o "aconteceu" de tudo isso, que, no final das contas relembra e assina que essas experiências foram reais - e como foram! - para que não duvidemos de que tudo foi um sonho... de que nossa vida não é simplesmente um devaneio que se segue todo o tempo, ininterruptamente, sem nenhum destino, sem nenhuma rédea... (e, bem, confesso, em alguns momentos é assim que me parece tudo isso, e é sempre bom relembrar a 'realidade' -perfeita oportunidade para tomar nota!)
Esse é apenas um relato dessaboroso dos sabores que sinto (ou que gostaria de sentir). Não me vale, nem me convém, aqui, ficar citando acontecimentos e lembranças, somente me levo a crer que a cada vez que vier (seja eu, seja quem for!) a ler essas linhas estarei com as mais diferenças lembranças, com um turbilhão de pensamentos (e por quê não sentimentos?) em relação a tudo isso... a isso tudo...
Sei então que se trata de Algo Perene, assim como serão todos esses 'mundos' e todas essas 'vidas' no lugar que as pode guardar como névoas - misteriosas, densas, entretanto encantadoras e exploráveis.
É disso que a mente é capaz. E é exatemente isso que sou capaz de fazer.
Vida, antiga; vida, longa; vida, breve; vida, nova; vida; vida, vida ...
É e Há, desde sempre, um momento que eu posso dizer que não estou completamente perdido por aí, seja como for, seja por que viés for...
Na verdade, o que eu quero dizer é que simplesmente, em um passo, depois de vários passos, eu não estou precisando me preocupar com o que fazer hoje, ou com um futuro breve, pois, de certa forma, pela primeira vez, vivo um momento no qual não há do reclamar - o que se vive!
E o que se expõe nessas horas, nas quais se não há plenitude, também não podemos considerar que exista alguma falta?
Creio que é uma resposta fácil, simples, bastante adivinhavel por parte de qualquer um.
- É, pois, simplesmente a saudade da vida que tivemos em outros momentos, não tão completos como o 'hoje'. A saudade do que vivemos, mesmo que tenha sido da forma mais complicada e complexa, ou simplesmente vã, perdida...
O que posso concluir, é que, na verdade, isso quer dizer que o que vivi, vivi bem! E isso me deixa alegre, feliz, por saber que em matéria de viver, eu não deixei nada para trás...
Mas por outro lado...
É uma simples vontade de voltar àqueles dias, viver alguns momentos, sentir alguns gostos e sabores por aí... que passaram, e que obviamente, não voltam mais - posso tentar tocá-los, sentí-los, degustá-los, mas a verdade, a realidade é que eles se foram! Jamais serão os mesmos... é simples, é entendível. Porém não posso dizer que seja o mais... gostoso a sentir... talvez essa seja minha fraqueza: querer poder voltar a 'vidas passadas' (pois o que não se dá, hoje, não é senão, outra vida) - mas tenho consciência plena de que isso não é possível, e mesmo que eu faça ou tente fazer algo que se remeta ao que passou, já entro prevenido, mas isso não muda o fato d'eu me sentir um pouco nostálgico em meio a tudo isso...
- São memórias boas... são gostos doces... e tudo que tenho são lembranças, artigos, fotos... e o doce sentir em sua própria alma o "aconteceu" de tudo isso, que, no final das contas relembra e assina que essas experiências foram reais - e como foram! - para que não duvidemos de que tudo foi um sonho... de que nossa vida não é simplesmente um devaneio que se segue todo o tempo, ininterruptamente, sem nenhum destino, sem nenhuma rédea... (e, bem, confesso, em alguns momentos é assim que me parece tudo isso, e é sempre bom relembrar a 'realidade' -perfeita oportunidade para tomar nota!)
Esse é apenas um relato dessaboroso dos sabores que sinto (ou que gostaria de sentir). Não me vale, nem me convém, aqui, ficar citando acontecimentos e lembranças, somente me levo a crer que a cada vez que vier (seja eu, seja quem for!) a ler essas linhas estarei com as mais diferenças lembranças, com um turbilhão de pensamentos (e por quê não sentimentos?) em relação a tudo isso... a isso tudo...
Sei então que se trata de Algo Perene, assim como serão todos esses 'mundos' e todas essas 'vidas' no lugar que as pode guardar como névoas - misteriosas, densas, entretanto encantadoras e exploráveis.
É disso que a mente é capaz. E é exatemente isso que sou capaz de fazer.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Daring Day
Você sabe que tudo está bem e correto.
E, de verdade, só que, somente de certa forma, está.
Bem, no fundo...
É complicado.
Não há o que dizer, nem do que reclamar...
Mas em alguns (talvez os últimos) termos existe algum sentido de estranheza em meio a isso tudo.
Talvez seja o descostume de lidar com uma situação dessas... talvez seja a sua própria condição de "lobo" que acaba por não aclamar o momento.
Não há como analisar a fundo, se realmente não sei.
Não é um descontentamento, nem uma apatia, nem mesmo uma indiferença...
É somente um sentimento de "a parte".
Mas, como sempre, eu não sei para onde ir, por onde vagar, ou qualquer atitude que possa me prover qualquer tipo de solução em meio a isso tudo - antes fosse nada, talvez!
Não sei como enfrentar tal factualidade... mas tenho meus pensamentos, nenhum deles concretos, nenhuma deles definitivos, nenhum deles que ousam se expandir em direção a luz da realidade...
A verdade?
Eu simplesmente não sei como ouso em devanear por essas noites, dessa forma, ainda...
( May-it-be just a passion... Wer weiss? )
Ich...
wander... gerade.
E, de verdade, só que, somente de certa forma, está.
Bem, no fundo...
É complicado.
Não há o que dizer, nem do que reclamar...
Mas em alguns (talvez os últimos) termos existe algum sentido de estranheza em meio a isso tudo.
Talvez seja o descostume de lidar com uma situação dessas... talvez seja a sua própria condição de "lobo" que acaba por não aclamar o momento.
Não há como analisar a fundo, se realmente não sei.
Não é um descontentamento, nem uma apatia, nem mesmo uma indiferença...
É somente um sentimento de "a parte".
Mas, como sempre, eu não sei para onde ir, por onde vagar, ou qualquer atitude que possa me prover qualquer tipo de solução em meio a isso tudo - antes fosse nada, talvez!
Não sei como enfrentar tal factualidade... mas tenho meus pensamentos, nenhum deles concretos, nenhuma deles definitivos, nenhum deles que ousam se expandir em direção a luz da realidade...
A verdade?
Eu simplesmente não sei como ouso em devanear por essas noites, dessa forma, ainda...
( May-it-be just a passion... Wer weiss? )
Ich...
wander... gerade.
The remembrance of the future to remember.
That's not easy, at all, to remember what you once thought. To remember, and see that those memories are alive, and somewhat still will... ( I have such a feeling that me memories will always be like that, and in some way I might feel myself a little bit too much tied to this life that “would” or “could”)
To read something that says that I won't remember what it was, makes me feel strange, because it should be like that, and in fact it's not – We may consider that living the way the life tell us to is not the way I want to; new things or to remember the old, to still keep on living aside from the given life that we have.
I, sincerely, feel like I could start it all again, because the way things come are nice, but still, are just a simple sample of what it could in fact be.
So, please don't tell... please don't let it.
“you will look back on these days, that you wait for life to happen, and you wont think much of it except just lightly remembering”
Oh no! Please, no. I'd never get into this state of mind, where your life has been taken from you.
Wish, I could, make me own treasure, make me, and make... still make my memories alive – in a sense of feeling I could really, really touch it.
So I won't find – ever! - a way to deny my own needs, no matter what are my new circumstances ( For now I just wish I had no circumstance, but... ) …
I won't forget, so please, don't forgive me.
To read something that says that I won't remember what it was, makes me feel strange, because it should be like that, and in fact it's not – We may consider that living the way the life tell us to is not the way I want to; new things or to remember the old, to still keep on living aside from the given life that we have.
I, sincerely, feel like I could start it all again, because the way things come are nice, but still, are just a simple sample of what it could in fact be.
So, please don't tell... please don't let it.
“you will look back on these days, that you wait for life to happen, and you wont think much of it except just lightly remembering”
Oh no! Please, no. I'd never get into this state of mind, where your life has been taken from you.
Wish, I could, make me own treasure, make me, and make... still make my memories alive – in a sense of feeling I could really, really touch it.
So I won't find – ever! - a way to deny my own needs, no matter what are my new circumstances ( For now I just wish I had no circumstance, but... ) …
I won't forget, so please, don't forgive me.
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Keep'on
É, pensando em o que foi dito aqui em baixo, bem, é estranho estar comentando isso, logo, logo agora.
Mas é fácil de explicar, bastante possível de entender.
Não que alguma coisa tenha mudado, pois na verdade, não é o caso. É só simplesmente o fato concreto de que se tem algo para fazer em um determinado período de tempo. E isso te dá ao menos uma mera vontade de seguir e, quiça, alguns pensamentos relacionados a possíveis oportunidades em tempos próximos.
Não há nada de ruim nisso; não mesmo.
Só fica em nossa mente o "que poderia ter sido" se outros fatos tivessem sido consumados.
Mas não há que reclamar, há muito (ainda) por ser feito.
E como eu bem mesmo já aprendi, a única forma de se avançar é continuar se adaptando e seguindo o fluxo dos acontecimentos que perspassam sua vida. Não que eles sejam sempre os melhores, os esperados ou até mesmo os mais fáceis, mas há que simplesmente aproveitá-los, e mesmo que não sejam o originalmente pretendido, há que se batalhar por eles...
É estar sempre pronto, seja lá para o que for!
(Sem esquecer daquilo que foi, ou o que poderia ter sido, óbvio.)
So, we just stick to the old motto:
"Keep on going!"
Mas é fácil de explicar, bastante possível de entender.
Não que alguma coisa tenha mudado, pois na verdade, não é o caso. É só simplesmente o fato concreto de que se tem algo para fazer em um determinado período de tempo. E isso te dá ao menos uma mera vontade de seguir e, quiça, alguns pensamentos relacionados a possíveis oportunidades em tempos próximos.
Não há nada de ruim nisso; não mesmo.
Só fica em nossa mente o "que poderia ter sido" se outros fatos tivessem sido consumados.
Mas não há que reclamar, há muito (ainda) por ser feito.
E como eu bem mesmo já aprendi, a única forma de se avançar é continuar se adaptando e seguindo o fluxo dos acontecimentos que perspassam sua vida. Não que eles sejam sempre os melhores, os esperados ou até mesmo os mais fáceis, mas há que simplesmente aproveitá-los, e mesmo que não sejam o originalmente pretendido, há que se batalhar por eles...
É estar sempre pronto, seja lá para o que for!
(Sem esquecer daquilo que foi, ou o que poderia ter sido, óbvio.)
So, we just stick to the old motto:
"Keep on going!"
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Told you: Don't tell.
Você me diz: por quê não falar?
Você me pergunta: por quê não escrever?
Você, ainda assim, insiste: por quê não refletir?
Mas há algo no meio disso tudo que se faz quase-inexplicável, que retira todo o sentido e a vontade, de sequer imaginar o que quer que seja em relação ao que pode ser e ao-que será.
Não, não há realização.
Não, não há planos.
Não, não há, muitas vezes, sequer curiosidade.
Tantos dizem: "Parabéns!" - e eu me pergunto: Pelo o quê?
Sempre foi assim, me parece, há sempre de ser...
Não é simples questão de valor, é algo que vai além disso, é algo que está incutido e inquestionável. É quase natural, na verdade.
Mas tudo bem... esse é você.
E, um ser, assim, como eu, não tem capacidade (listemos: vontade, perspectiva e gosto) de responder a tais questões.
Não que eu já não tenha visto, até mesmo fulgurados caminhos e possibilidades nesse assunto - "a vida".
Hei de argumentar, que, sim, talvez tenha percebido algumas visões particulares em relação a tudo isso. Mas... o problema, no meu caso, é outro.
E eu não sei bem explicar qual é...
Mas sei que, o que mais pode se aproximar, é o ponto de não ver noção, validade, em meio a isso tudo.
Talvez seja a forma vivida, o modelo de pensar - muda(nça).
Talvez não seja por isso, e eu bem não posso saber o que é, pelo simples fato de estar relacionado diretamente a... me.
Talvez, as vontades antigas sejam as únicas que existiram (e algumas, se extinguiram) de verdade.
Talvez eu esteja tão perdido quanto sempre - hei de lembrar que só enxerguei o que pode-se considerar como 'sim', ao longo do processo, mas em momentos tardios, o que não permitiu que eu fizesse tudo que pudesse fazer....
Talvez tudo isso esteja relacionado a uma única vontade - a qual eu tenho minhas dúvidas de que, de fato, se configura.
Talvez tudo que eu precise é algo além do básico matinal do qual todos cismam em aceitar, gostar, até viver! (ou não...)
Não há contentamento, nem mesmo previsões.
Só... espera, indefinições.
Bem,
Não sei o que há .
Se é que existe algo.
(Comigo.)
Você me pergunta: por quê não escrever?
Você, ainda assim, insiste: por quê não refletir?
Mas há algo no meio disso tudo que se faz quase-inexplicável, que retira todo o sentido e a vontade, de sequer imaginar o que quer que seja em relação ao que pode ser e ao-que será.
Não, não há realização.
Não, não há planos.
Não, não há, muitas vezes, sequer curiosidade.
Tantos dizem: "Parabéns!" - e eu me pergunto: Pelo o quê?
Sempre foi assim, me parece, há sempre de ser...
Não é simples questão de valor, é algo que vai além disso, é algo que está incutido e inquestionável. É quase natural, na verdade.
Mas tudo bem... esse é você.
E, um ser, assim, como eu, não tem capacidade (listemos: vontade, perspectiva e gosto) de responder a tais questões.
Não que eu já não tenha visto, até mesmo fulgurados caminhos e possibilidades nesse assunto - "a vida".
Hei de argumentar, que, sim, talvez tenha percebido algumas visões particulares em relação a tudo isso. Mas... o problema, no meu caso, é outro.
E eu não sei bem explicar qual é...
Mas sei que, o que mais pode se aproximar, é o ponto de não ver noção, validade, em meio a isso tudo.
Talvez seja a forma vivida, o modelo de pensar - muda(nça).
Talvez não seja por isso, e eu bem não posso saber o que é, pelo simples fato de estar relacionado diretamente a... me.
Talvez, as vontades antigas sejam as únicas que existiram (e algumas, se extinguiram) de verdade.
Talvez eu esteja tão perdido quanto sempre - hei de lembrar que só enxerguei o que pode-se considerar como 'sim', ao longo do processo, mas em momentos tardios, o que não permitiu que eu fizesse tudo que pudesse fazer....
Talvez tudo isso esteja relacionado a uma única vontade - a qual eu tenho minhas dúvidas de que, de fato, se configura.
Talvez tudo que eu precise é algo além do básico matinal do qual todos cismam em aceitar, gostar, até viver! (ou não...)
Não há contentamento, nem mesmo previsões.
Só... espera, indefinições.
Bem,
Não sei o que há .
Se é que existe algo.
(Comigo.)
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Keep...
Mere details, mere considerations...
Everything is mere and bland.
That's the specifications of.
Everyway we shoot out is nothing...past.
Past by our mere ignorance.
That's the sense we define.
Clocks ticks in, and, out...
Meaning, flies, as well.
That's to consider.
The shine out of here, is simply, simple.
It's shining, bright, out, all-round.
That's it.
So we just keep on strugling, we just keep on wondering:
Where is the life us for us to be (in)?
Everything is mere and bland.
That's the specifications of.
Everyway we shoot out is nothing...past.
Past by our mere ignorance.
That's the sense we define.
Clocks ticks in, and, out...
Meaning, flies, as well.
That's to consider.
The shine out of here, is simply, simple.
It's shining, bright, out, all-round.
That's it.
So we just keep on strugling, we just keep on wondering:
Where is the life us for us to be (in)?
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