Nada.
Isso é o que temos. Para hoje, para amanha, para quase o todo.
Bem, como sempre, a incapacidade de estar por aqui e não poder se sentir presente, de fato, e contribuir com algo de forma real.
É isso que eu sinto, venho sentindo bastante ultimamente, o que não quer dizer que eu não tenha sentido isso antes.
Em realidade esse detalhe se trata de algo quiça bastante antigo; me lembro dos gostos do meu 1° ano do EM, no qual a invalidez e o sentimento de "lost" estava presente, e já tinha os seus efeios sobre o meu ser. Claro que talvez, eu imagino, esse era um sentimento que podia ser contornado mais facilmente, no qual ainda se apresentavam saídas e alternativas... que podiam até serem vistas como soluções, no momento. E ao longo de todos esses ano o que eu mais vinha (não sei se venho mais!) tentando fazer era circundar essa percepção, enveredar por outros caminhos, tentar novas opções. Muitas altos e baixos foram presenciados ao longo desse tempo (time, oh time!), sem nenhuma definição perante as minhas expectativas ou até mesmo vontades... a indefinição sempre esteve presente; talvez isso tenha me levado a pensar em questões como mudança e equilíbrio, o que de certa forma não deixam de serem respostas, mas que até o acaso atual não me levaram a lugar algum, se não me engano...
Mas bem, pois bem... Fim. Que levou a um começo. Ou talvez esse seja simplesmente o começo de um fim... o fim que leva ao começo de coisa alguma, vai lá saber!
- Eu de certa forma percebo que aquilo que um dia foi importante pra mim, em realidade, se faz mais presente do que de costume nessas situaçoes; Me lembro de ocasiões, pessoas, coisas as quais ainda me eram próximas (estimáveis!) nos momento em que 'sonhos' (ilusões) ainda eram presentes no meu ser; e bem, como eu lembro disso! Consigo lembrar dos dias, sentir o verdadeiro sentimento que me inflingia nesses momentos "It's a lie! We could not learn to fly..." - é claro que o que eu sinto hoje em relação a esses casos se tratam de meras nostalgias ocasionais, que, claro, não deixam de ter o seu sabor ... mas pelo simples fato de que elas não existem mais - e também não vão existir - faz com que elas não passem disso, e, assim, criem uma memória quase-eterna de momentos que já, ou, simplesmente, não foram... e que, claro, eu gostaria que estivem aqui, agora.
Não é uma mera questão de raclamar do 'hoje'.
É simplesmente (a)notar que o está aqui agora me traz um intenso descontentamento com a situação que se faz presente; e mais. Na verdade, o que eu vejo é que tudo aquilo que eu vinha tentando 'fugir' ao longo de todos esses anos retorna. E se faz mais atual do que sempre foi; talvez isso se explique pelo fato de que o sentimento presente nessa breve ocasião é de simplesmente "o sonho acabou". Não entendo bem o que me faz sentir isso. Tenho alguns chutes; talvez o fato de 'ficar adulto', que estaria relacionado simplesmente à questão das resposabilidades da vida - inútil sejam, aliás - tome sua parte. Talvez a questão de nao ver um futuro (Isso não é algo novo, mas o fato de um caminho, ou sequer um fluxo, não se apresentar e eu estar perdido entre esse vão de absence faça essa quesão ser mais pontual do que nunca foi) se radique outra vez. Talvez o fato de pensar sobre "o que poderia ter sido" ou "as promessas eram outras" seja algo que eu não esteja conseguindo lidar, diante de toda o panorama que se apresenta... eu não sei, não sei mesmo.
É muita confusão e eu claramente me encontro confuso... por aqui.
São tantas pequenas coisas... e não é uma questão de estar sendo egoísta. É, vou repetir, um relance de não estar presente por aqui; de se sentir a parte do que está por vir (enquanto o que acontece não consegue me afetar, a não ser de uma forma bastante sutil, que faz com que eu tenha conciência da realidade, mas faz com que ela acabe não me tecendo em sua teia...)... de... talvez; Wander. Wandering around. E simplesmente não poder fazer isso, pois a cobrança do momento faz que eu tenha que me situar dentro desse cenário e jogar com as (inexistentes, em termos de satisfação, ao meu ver, claro) possibilidades, e criá-las se possível for.
Esse não é um bom sentimento e nem um bom sabor, gosto, o que quer que venha a ser...
Me sinto isolado até de mim mesmo, refutando meus pensamentos para que eu não tenha que entrar nessa roda inconsequente e venha a perder a inercia que eu tanto tenho tentado me impor ... a inércia de seguir um movimento fatidicamente falso, mas o qual é o único que eu sou capaz de engendrar nessa situação tão leniente...
O que me afeta, de forma clara, é que eu não sei se tenho culpa de tudo isso. Se isso é natural, ocasional ou casual.
Eu sinto que isso me engloba, me circunda... impede com que eu... reflita claramente - não venho a dizer 'avance' pois essa é uma palavra a qual acredito ser incoerente com a situação. Simplesmente não há avanço; estou parado num contínuo revés situacional.
Coisas que em outros tempos me eram queridas hoje em dia me trazem um puro sentimento de estagnação; não vejo saídas, caminhos, objetivos.
O máximo que eu consigo me focar são em específicas situações que perfazem o fluxo da minha vida; cotidianices que sustentam a vontade do meu ser de vivenciar parte da realidade - bichos, histórias, tastes. E acredito que isso é "that's all".
Não tenho muito mais com que continuar no momento, a não ser pensamentos aleatórios que não se encaixam, os quais não fazem vez de notá-los por aqui...
Pois bem, não é depressão, não estou deprimido.
Só me sinto desalocado.
De mim, do mundo.
De tudo.
Mas como eu creio que já proferi inúmeras vezes;
We have to carry on.
So, be it.
terça-feira, 14 de abril de 2015
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
As always.
Always this.
Always this.
O tempo, sempre ele.
E sua percepeção inconsistente.
A noção de que ele está parado (de vez em quando) mas que acaba se esvaindo sem que percebamos o que se passa, passou ou mesmo passará.
Isso é tão estranho.
O passado mais presente do que que nunca.
O presente tão ausente como sempre.
O futuro mais incerto do que de costume.
Nos resta o dissabor de não conseguir se prender e se encontrar (a) em nada.
A vontade de... não se sabe!
Continuar?
Recomeçãr?
Refazer?
Vai lá saber. Not really an easy task to know, to say, to define.
Mas, bem.
O que tenho a dizer é que talvez eu não saiba o que eu queira, ou o que eu queria, até mesmo o que eu deveria querer.
Não importa, ao certo.
Como de certa forma nunca importou.
Seguir (acho bem exata essa palavra!) para onde, para quê?
Talvez aproveitar aquilo que jamais poderá ser feito? (fazer aquilo que não se fez quando deveria ter sido feito? - apesar dos pesares, not a single regret, though. )
Talvez ir em direção àquilo que pode esperar? (fazer aquilo que se faria caso essa fosse a solução e o desejo? - apesar dos melhorias, not a single future advantage on it. )
Tentar o caminho incerto da (in)certeza?
Tatear a certeza do desconhecido?
Vamos ver.
Como tudo, só o tempo dirá, talvez, se for dizer alguma coisa...
Mas fazer: opções, essas, e outras tantas quais terão de ser feitas!
Oh, oh, oh.
Tempo por quê insiste em forçar essas condições? Por quê nos (me) clama tanta assim?
Acho que nessa (pequena) altura eu já realizei que não hei (ou saberei) lidar contigo.
So I'm sorry, for being such a fool.
I'm sorry for bowing to you.
Always this.
O tempo, sempre ele.
E sua percepeção inconsistente.
A noção de que ele está parado (de vez em quando) mas que acaba se esvaindo sem que percebamos o que se passa, passou ou mesmo passará.
Isso é tão estranho.
O passado mais presente do que que nunca.
O presente tão ausente como sempre.
O futuro mais incerto do que de costume.
Nos resta o dissabor de não conseguir se prender e se encontrar (a) em nada.
A vontade de... não se sabe!
Continuar?
Recomeçãr?
Refazer?
Vai lá saber. Not really an easy task to know, to say, to define.
Mas, bem.
O que tenho a dizer é que talvez eu não saiba o que eu queira, ou o que eu queria, até mesmo o que eu deveria querer.
Não importa, ao certo.
Como de certa forma nunca importou.
Seguir (acho bem exata essa palavra!) para onde, para quê?
Talvez aproveitar aquilo que jamais poderá ser feito? (fazer aquilo que não se fez quando deveria ter sido feito? - apesar dos pesares, not a single regret, though. )
Talvez ir em direção àquilo que pode esperar? (fazer aquilo que se faria caso essa fosse a solução e o desejo? - apesar dos melhorias, not a single future advantage on it. )
Tentar o caminho incerto da (in)certeza?
Tatear a certeza do desconhecido?
Vamos ver.
Como tudo, só o tempo dirá, talvez, se for dizer alguma coisa...
Mas fazer: opções, essas, e outras tantas quais terão de ser feitas!
Oh, oh, oh.
Tempo por quê insiste em forçar essas condições? Por quê nos (me) clama tanta assim?
Acho que nessa (pequena) altura eu já realizei que não hei (ou saberei) lidar contigo.
So I'm sorry, for being such a fool.
I'm sorry for bowing to you.
domingo, 14 de dezembro de 2014
So...
So, what?
So... What do you have to say?
So... What do you have to do?
So... What do you have to be?
So, so, so, so... so so-so!
To... stay. Here. I guess.
So... do you have somehting? To say? To play? To consider?
Not, so. I quite so think.
https://www.youtube.com/watch?v=zqNTltOGh5c
So!
Let's ... continue, no?
So... What do you have to say?
So... What do you have to do?
So... What do you have to be?
So, so, so, so... so so-so!
To... stay. Here. I guess.
So... do you have somehting? To say? To play? To consider?
Not, so. I quite so think.
https://www.youtube.com/watch?v=zqNTltOGh5c
So!
Let's ... continue, no?
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Vi e Vejo!
A Viagem.
Estranho, engraçado, complexo, complicado.
O que - e como - dizer dessa necessidade de estar por aí? De mudar? De desfrutar? Do flow, do feeling?
Viajar!
Que necessidade rara, que sentimento maluco!
Algo que grita por dentro, a vontade de (re)conhecer, o gosto de (re)viver!
Oras.
Não sei nem como expressar.
Só venho (a)notar...
Oh, real...
I've been so grounded for so much, and when something else appears it just goes by! It was my fierce necessity, my own and very world spinning up and turning down.
Hard.
Maybe the condition of life gives us this bland feeling of nonsensiness and what makes us connect to the changes are simply going by; and going by, around, going. That's it.
I'd rather flow, I'd rather follow (my instincts) than stay....
No staying. Not stopping!
To continue we must feel; we must flow; we must fight. And I need something like this!
I need to continue. I need to go. I need something new!
Oooooooh. Simply, can I come? When, oh, when?
E adicionando...
Prefiro não estar em um lugar qualquer - fazendo nada, como nada há de ser - mas estar no mesmo lugar ou outra vez nesse outro mesmo lugar de sempre (re)vivendo da melhor forma possível; e sim, sei que ainda hei de descobrir o que é isso, o que significa essa necessidade incessante de não parar no mesmo lugar, de seguir algo que não sei o que é... e apontar, de não parar, de pular.
Sim, talvez, acho, tenham outras oportunidades; mas isso não sou eu. Eu quero - e preciso - de hoje, de agora!
Não há espera; não há por que esperar! Oh, oh, oh!
Come on........
Go!!!
Estranho, engraçado, complexo, complicado.
O que - e como - dizer dessa necessidade de estar por aí? De mudar? De desfrutar? Do flow, do feeling?
Viajar!
Que necessidade rara, que sentimento maluco!
Algo que grita por dentro, a vontade de (re)conhecer, o gosto de (re)viver!
Oras.
Não sei nem como expressar.
Só venho (a)notar...
Oh, real...
I've been so grounded for so much, and when something else appears it just goes by! It was my fierce necessity, my own and very world spinning up and turning down.
Hard.
Maybe the condition of life gives us this bland feeling of nonsensiness and what makes us connect to the changes are simply going by; and going by, around, going. That's it.
I'd rather flow, I'd rather follow (my instincts) than stay....
No staying. Not stopping!
To continue we must feel; we must flow; we must fight. And I need something like this!
I need to continue. I need to go. I need something new!
Oooooooh. Simply, can I come? When, oh, when?
E adicionando...
Prefiro não estar em um lugar qualquer - fazendo nada, como nada há de ser - mas estar no mesmo lugar ou outra vez nesse outro mesmo lugar de sempre (re)vivendo da melhor forma possível; e sim, sei que ainda hei de descobrir o que é isso, o que significa essa necessidade incessante de não parar no mesmo lugar, de seguir algo que não sei o que é... e apontar, de não parar, de pular.
Sim, talvez, acho, tenham outras oportunidades; mas isso não sou eu. Eu quero - e preciso - de hoje, de agora!
Não há espera; não há por que esperar! Oh, oh, oh!
Come on........
Go!!!
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Futu-real?
Estamos sim, aptos, a continuar.
Porém... o que será que vai ser? O que há de ser, em realidade, o amanhã (se é que ele de fato vai existir, ou simplesmente se configurar como outro, seja aonde for...)?
Não é tão simples responder, sequer pensar sobre isso sendo (ou talvez estando nas condições do) eu.
Tudo. Aberto. Nada. Norteado.
É como se o horizonte estivesse a vista, mas que ele se faz curto demais, ou simplesmente a vista revela muito aquém do que pode ser (vivenciado).
Estamos, sim, por aí, como sempre... duvido que qualquer coisa tenha mudado quanto a isso. Seja qual sentimento for, seja qual situação for... tamanha mudança jamais ocorreu, insisto em dizer.
E não há previsões; não há saídas; apesar das inúmeras (porém infrutíferas) opções. É o que parece; insisto, é o que sempre (a)pareceu.
Mas, vamos, vamos, vamos lá.
Não tenho muito (talvez nada) a dizer.
É só uma constatação branda do óbvio que reina no mundo e reflete a dinâmica essencial dessa ocasião ignóbil.
Talvez não seja nada; talvez seja tudo.
Pode ser que não importe, ou, quem sabe, é tudo do que preciso.
Vai saber...
Só acredito que, como sempre, nada mudará, apesar das condições em um determinado momento serem outras, influirem em outros sentidos e até mesmo sensações.
Não sei se quero; não sei se devo. Ou seria: não sei o que quero; não sei o que devo?
Tudo que eu posso afimar é que o inevitável passará (o tempo!!! Oh! Não, tempo...) e o tão 'esperado' hoje será o nada de amanhã.
O ciclo infindável da não definição;
A continuação insensata e desmotivada.
A constatação do evidente uma outra vez.
O futuro, de sempre....
Porém... o que será que vai ser? O que há de ser, em realidade, o amanhã (se é que ele de fato vai existir, ou simplesmente se configurar como outro, seja aonde for...)?
Não é tão simples responder, sequer pensar sobre isso sendo (ou talvez estando nas condições do) eu.
Tudo. Aberto. Nada. Norteado.
É como se o horizonte estivesse a vista, mas que ele se faz curto demais, ou simplesmente a vista revela muito aquém do que pode ser (vivenciado).
Estamos, sim, por aí, como sempre... duvido que qualquer coisa tenha mudado quanto a isso. Seja qual sentimento for, seja qual situação for... tamanha mudança jamais ocorreu, insisto em dizer.
E não há previsões; não há saídas; apesar das inúmeras (porém infrutíferas) opções. É o que parece; insisto, é o que sempre (a)pareceu.
Mas, vamos, vamos, vamos lá.
Não tenho muito (talvez nada) a dizer.
É só uma constatação branda do óbvio que reina no mundo e reflete a dinâmica essencial dessa ocasião ignóbil.
Talvez não seja nada; talvez seja tudo.
Pode ser que não importe, ou, quem sabe, é tudo do que preciso.
Vai saber...
Só acredito que, como sempre, nada mudará, apesar das condições em um determinado momento serem outras, influirem em outros sentidos e até mesmo sensações.
Não sei se quero; não sei se devo. Ou seria: não sei o que quero; não sei o que devo?
Tudo que eu posso afimar é que o inevitável passará (o tempo!!! Oh! Não, tempo...) e o tão 'esperado' hoje será o nada de amanhã.
O ciclo infindável da não definição;
A continuação insensata e desmotivada.
A constatação do evidente uma outra vez.
O futuro, de sempre....
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Passando
O tempo passa - naturalmente, o que acaba não passando é a sensação de que nada passa. De que as sensações diante o mundo acabam sendo cada vez mais exatas(mente) como eram. Cada passo, cada dia, o mesmo sempre.
Estranho dizer isso, pois a ideia é de que tudo pode (ou poderá) mudar.
Existem lampejos que acabam apontando pra esse tipo de sensação, mas, curiosamente, o retorno ao natural (e que natural é esse? Bem...não é muito natural, mas talvez seja o meu natural. Não?) é repassado.
O que eu digo, afinal, é que... ainda não consigo olhar para os lados com outros olhos; vejo as coisas em outros moldes, creio, mas elas se mantém com e na mesma forma.
Há graças, divertimentos, floreios; não há realidades, vontades, verdades.
Está tudo por aí, tão perdido quanto podem estar - e eu (por quê não nós?) no meio disso tudo; o 'mim' perdido dentro do 'eu' sem saber o que é que pode ser essa questão, esse ser, essa busca.
Uma breve reconciliação em torno de (algum) caminho(s).
Queiram eles existirem ou não...
Eu só vejo as coisas passarem, agora eu não me sinto as seguindo - parece-me que somente fluo, e não necessarimente com elas, ou no ritmo delas, ou no meu ritmo, ou em ritmo algum... só fluir, passar...
Pode parecer estranho mas isso é tão normal que, nessas ocasiões, se parece como parte de mim. E, admito, não é algo que saiba lidar. Talvez conviver, caso não... quem sabe.
Afinal, aliás, e sobretudo, isso acaba não importando; como a maioria de quase tudo por aí. Como a vida que corre, como as coisas que seguem, como o tempo que passa...
Bem. Sei eu. Sabemos todos.
Estamos passando, só de passagem.
Estranho dizer isso, pois a ideia é de que tudo pode (ou poderá) mudar.
Existem lampejos que acabam apontando pra esse tipo de sensação, mas, curiosamente, o retorno ao natural (e que natural é esse? Bem...não é muito natural, mas talvez seja o meu natural. Não?) é repassado.
O que eu digo, afinal, é que... ainda não consigo olhar para os lados com outros olhos; vejo as coisas em outros moldes, creio, mas elas se mantém com e na mesma forma.
Há graças, divertimentos, floreios; não há realidades, vontades, verdades.
Está tudo por aí, tão perdido quanto podem estar - e eu (por quê não nós?) no meio disso tudo; o 'mim' perdido dentro do 'eu' sem saber o que é que pode ser essa questão, esse ser, essa busca.
Uma breve reconciliação em torno de (algum) caminho(s).
Queiram eles existirem ou não...
Eu só vejo as coisas passarem, agora eu não me sinto as seguindo - parece-me que somente fluo, e não necessarimente com elas, ou no ritmo delas, ou no meu ritmo, ou em ritmo algum... só fluir, passar...
Pode parecer estranho mas isso é tão normal que, nessas ocasiões, se parece como parte de mim. E, admito, não é algo que saiba lidar. Talvez conviver, caso não... quem sabe.
Afinal, aliás, e sobretudo, isso acaba não importando; como a maioria de quase tudo por aí. Como a vida que corre, como as coisas que seguem, como o tempo que passa...
Bem. Sei eu. Sabemos todos.
Estamos passando, só de passagem.
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Hey, you.
Somente uma pequena e boba citação, mas... que, bem, é no mínimo bem interessante.
Young Faye - Cowboy Bebop
Eu não estou mais aqui
Mas eu estou aqui hoje e estarei sempre torcendo por você bem aqui...
Torcendo por você, meu único eu.
Young Faye - Cowboy Bebop
Eu não estou mais aqui
Mas eu estou aqui hoje e estarei sempre torcendo por você bem aqui...
Torcendo por você, meu único eu.
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Once
Not a new feeling, but rather a recurrent perception that I didn't feel like wishing (and washing) it away...
But, let's say, let's speak.
Once (something) that was, and is no more...
That's not new for me today, but.... that's the day to put those into the wheel. But, oh well... what to say?
Hard to know, difficult to deal, tough to understand how can this be so, so real.
Come what may, so, I say.
The meaning was always there - in some cases - and (or) the resolution was so obvious and evident that I could carry away the focus to maintain the wish to get that path accomplished.
But, no! That's die fragen und der antwort. That's the confusion and the only way out.
For quite sometime I've been dealing with these only in my mind, or if I dare to admit, forgeting these in my mind. But, It's true, It's real, and I can't deny.
I've been carrying away these facts, knowing that they are no more (but, still, what can be 'more' so?). And in some cases there are no easy solution for them.
Might I just continue to finish it? But well! I have to, and what so, then, to do?
No answer, for sure. This is just the eternal pinpoint of my damned être. I'm so, so, so unsatisfied to say this - for the sake of everything that have been done and said - but I just can't avoid this objection, this... situation.
And, well, time keeps on coming, and there will be no more time eventually, once, or anymore....
In other case, I just can't agree or see some things the way a saw, the way I felt. They've gone, just vanished away. Such a situationship that was so much for me once, and, today is so fullfilling empty. Like a broken amulet you keep, just because It was so dare to you. And I quite know that It will be no more, It just won't come back and shine. It was once a life (or my life?). Now no more then just a distraction, a way to go. Oh, oh!
And, I will dare now, as I've never wrote about this until now - althought that's quite known to myself.
It shouldn't have been like it is - oh life, we can't complain, it has been so good after all...
But I feel, I know ... I've always felt, always knew.
It was the right way to go, and to do things. But It just turned to it's true fact that it was "not to be" as I have ever expected... But sometimes we have to try. And this time I tried, and... well. I don't regret anything, and I (truly!) don't imagine how It could be (at least not in this case)... so this question is well explained to me. (What I do, I must admit, is that I keep wondering if something "new" can be - but I know that's just some kind of fools hope, and the most decent thing to say is that "it's done").
But again, once! (something) That was, is not anymore...
The question that I ask myself is why these things keeps on interfering in my way of thinking, imaginating and acting, as It shouldn't be so... strong... or, this is just a way that I involuntary bond because I haven't really got any(-where, -thing, -one) to be tied (to to belief) with?
I quite don't know.
What I know is that I don't really need (or even wish!) changes (for right now, at least). What turns it to be something even more strange and makes me... as confuse as I am.
- Sorry to say, but, for now, I see no way...
- Well, it's ok. I see no news in it anyway.
- Yeah, I sense the meaning. But I can't feel it deep...
- No problem, (hm, in fact there is...but...) everything was ever such. Dealing with no meaning is quite a constant...
- Für uns alle!
But, let's say, let's speak.
Once (something) that was, and is no more...
That's not new for me today, but.... that's the day to put those into the wheel. But, oh well... what to say?
Hard to know, difficult to deal, tough to understand how can this be so, so real.
Come what may, so, I say.
The meaning was always there - in some cases - and (or) the resolution was so obvious and evident that I could carry away the focus to maintain the wish to get that path accomplished.
But, no! That's die fragen und der antwort. That's the confusion and the only way out.
For quite sometime I've been dealing with these only in my mind, or if I dare to admit, forgeting these in my mind. But, It's true, It's real, and I can't deny.
I've been carrying away these facts, knowing that they are no more (but, still, what can be 'more' so?). And in some cases there are no easy solution for them.
Might I just continue to finish it? But well! I have to, and what so, then, to do?
No answer, for sure. This is just the eternal pinpoint of my damned être. I'm so, so, so unsatisfied to say this - for the sake of everything that have been done and said - but I just can't avoid this objection, this... situation.
And, well, time keeps on coming, and there will be no more time eventually, once, or anymore....
In other case, I just can't agree or see some things the way a saw, the way I felt. They've gone, just vanished away. Such a situationship that was so much for me once, and, today is so fullfilling empty. Like a broken amulet you keep, just because It was so dare to you. And I quite know that It will be no more, It just won't come back and shine. It was once a life (or my life?). Now no more then just a distraction, a way to go. Oh, oh!
And, I will dare now, as I've never wrote about this until now - althought that's quite known to myself.
It shouldn't have been like it is - oh life, we can't complain, it has been so good after all...
But I feel, I know ... I've always felt, always knew.
It was the right way to go, and to do things. But It just turned to it's true fact that it was "not to be" as I have ever expected... But sometimes we have to try. And this time I tried, and... well. I don't regret anything, and I (truly!) don't imagine how It could be (at least not in this case)... so this question is well explained to me. (What I do, I must admit, is that I keep wondering if something "new" can be - but I know that's just some kind of fools hope, and the most decent thing to say is that "it's done").
But again, once! (something) That was, is not anymore...
The question that I ask myself is why these things keeps on interfering in my way of thinking, imaginating and acting, as It shouldn't be so... strong... or, this is just a way that I involuntary bond because I haven't really got any(-where, -thing, -one) to be tied (to to belief) with?
I quite don't know.
What I know is that I don't really need (or even wish!) changes (for right now, at least). What turns it to be something even more strange and makes me... as confuse as I am.
- Sorry to say, but, for now, I see no way...
- Well, it's ok. I see no news in it anyway.
- Yeah, I sense the meaning. But I can't feel it deep...
- No problem, (hm, in fact there is...but...) everything was ever such. Dealing with no meaning is quite a constant...
- Für uns alle!
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