Which is more valued, reputation or wisdom? Which is more reliable, appearance or substance? Choose between certainty or uncertainty, between consistencey or understanding.
Rely on certainty, reputation and consistency, and the cost will be dear. Hold firmly to truths and there will be breaking. Invest in ideals, invent the high and sacred, and there will be no end of trouble.
The Tao is wide enough for contraditcions, satisfying enough for disconforts, deep enough for the lowest.
Open to everything, hold to nothing. Without preparation, be ready for everything. Let go and change amid everything's changing. Deep accord arises by releasing.
In changing there is something unchanging. How do chaging and unchanging reside toghether? Ease and play, show the way.
- A infinta mudança, em busca da essência. Que está sempre lá, imutável. Está aqui, em mim, aí, em ti, lá, no sentimento do mundo.
The Tao of Being
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Marca
Em outros, é fácil deixar.
Em nós mesmos, quase uma atônita vontade impassível de se cumprir.
Mas...
Tentar-se lembrar daquilo que não se deve esquecer, não é tão natural quanto se pode imaginar.
A única constante do próprio ser insiste em mudar nossa mente, nossos pensamentos, anseios e desejos.
Não se sabe qual é a direção que vamos seguir, e, muitas vezes não se é possível retraçar o caminho pelo qual chegamos onde estamos hoje.
Variável, incontrolável, irremediável.
Essa é a (nossa) sina (de viver).
Pois,
Hoje insisti em marcar.
Que a única marca (lembrança) possível de se lembrar (marcação), é a mudança.
E ela vai sempre estar lá, para quando eu esquecer... do que era, do que fui, do que serei.
Lembrar da marca.
Esquecer da mudança.
Mudar continuamente.
Dois lados que se complementam. Movimento em busca da harmonia. Ciclo interminável.
Um si. Um ser. Dois lados. Uma constante. Em busca de um todo.
( À meu jeito, e está dito. )
Em nós mesmos, quase uma atônita vontade impassível de se cumprir.
Mas...
Tentar-se lembrar daquilo que não se deve esquecer, não é tão natural quanto se pode imaginar.
A única constante do próprio ser insiste em mudar nossa mente, nossos pensamentos, anseios e desejos.
Não se sabe qual é a direção que vamos seguir, e, muitas vezes não se é possível retraçar o caminho pelo qual chegamos onde estamos hoje.
Variável, incontrolável, irremediável.
Essa é a (nossa) sina (de viver).
Pois,
Hoje insisti em marcar.
Que a única marca (lembrança) possível de se lembrar (marcação), é a mudança.
E ela vai sempre estar lá, para quando eu esquecer... do que era, do que fui, do que serei.
Lembrar da marca.
Esquecer da mudança.
Mudar continuamente.
Dois lados que se complementam. Movimento em busca da harmonia. Ciclo interminável.
Um si. Um ser. Dois lados. Uma constante. Em busca de um todo.
( À meu jeito, e está dito. )
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
A Way to Remember
I'll have it here.
So I can have it in my mind, when I go wrong.
Nur gehen wieder...
Between the Opposites
Stop looking for perfection. Stop trying to improve people and everyone will benefit a hundredfold. Give up ideals. Forget morality. Prohibiting anything just makes it more interesting. Stop teaching propriety and let natural affections arise of themselves.
Actions create reactions. It is as if the universe is perverse. Find a beginning and an end will be declared. Express an opinion and someone will disagre. Do anything and suddenly, as if by magic, there is opposition.
There is a way between the opposites of things. Follow these principles: return to simplicity; moderate desires; diminish the importance of self; look to the heart of things.
The way between is a delicate balancing of doing and not doing, learning and unlearning, finding and losing, filling and emptying.
Based in Tao Te Ching, Lao Tzu.
So I can have it in my mind, when I go wrong.
Nur gehen wieder...
Between the Opposites
Stop looking for perfection. Stop trying to improve people and everyone will benefit a hundredfold. Give up ideals. Forget morality. Prohibiting anything just makes it more interesting. Stop teaching propriety and let natural affections arise of themselves.
Actions create reactions. It is as if the universe is perverse. Find a beginning and an end will be declared. Express an opinion and someone will disagre. Do anything and suddenly, as if by magic, there is opposition.
There is a way between the opposites of things. Follow these principles: return to simplicity; moderate desires; diminish the importance of self; look to the heart of things.
The way between is a delicate balancing of doing and not doing, learning and unlearning, finding and losing, filling and emptying.
Based in Tao Te Ching, Lao Tzu.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Stop!
I want to!
But I can't do.
I don't want to.
But it is all I can... do.
Stop, while you can.
Continue, because you must.
There is no way to escape, without lust.
In your eyes, with blind despair.
And guilty hope.
The same moment calls you, at the same time, with two requests.
Be something, or don't even try, at least.
The whole time cries. For it's own.
Own sake. Own feeling. Own being.
Being of nothing, taste of nothing.
Stop.
While you can.
Still...
Breathe. Taste. Feel.
Stop, while your desired world...
...can be Real.
But I can't do.
I don't want to.
But it is all I can... do.
Stop, while you can.
Continue, because you must.
There is no way to escape, without lust.
In your eyes, with blind despair.
And guilty hope.
The same moment calls you, at the same time, with two requests.
Be something, or don't even try, at least.
The whole time cries. For it's own.
Own sake. Own feeling. Own being.
Being of nothing, taste of nothing.
Stop.
While you can.
Still...
Breathe. Taste. Feel.
Stop, while your desired world...
...can be Real.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Knowledge
terça-feira, 27 de julho de 2010
Moon
A noite a beleza solitária solidariza com esses seres tão sós quanto ela...
E nós, aqui em baixo a vemos, de onde quer que seja, sempre com os mesmos olhos.
Impressionados, astutos, estusiasmados...
Em noites em que não se há nada, olhar para o céu e achá-la lá brilhando, é um prazer ímpar...
É bom relembrar, das noites em que se passa vendo-a - em lugares diferentes, em outras partes de um mesmo mundo, mas nem sempre no mesmo estado de espírito.
A guia das noites perdidas,
O olhar por trás das nuvens,
O brilho persistente que ilumina a escuridão.
A musa que insiste em existir, seja para quem for, com a mesma beleza, sem sequer impor...
Condições de pureza, para dar seu brilhante amor.
Lucidez pálida de momentos que se fazem presentes em dias, eternos, reais ou mesmo irreais.
Basta olhar... ver, aclamar...
Assim, se lembrar...
De que não importa se estamos só um dia ou outro, a sua sina é sempre a mesma:
Estar só, lá, sempre, e assim mesmo brilhar; eternamente.
domingo, 18 de julho de 2010
É...
Um colega, conhecido, que gostaria de poder chamar de amigo. Por mais que eu tenho o conhecido pouco... me pareceu um ser real.
Disse algo muito interessante, importante, hoje...
Uma música, uma marca, tem de ficar presente...
Apesar da ausência que eu sei que vai acontecer.
Só pra eu poder entender como as coisas são, como elas se fazem, e como elas têm de ser!
O mundo vai rodar... ele vai continuar... não podemos esquecer das coisas, mas devemos sempre estar dispostos e preparados para seguir em frente!
Sem medo, sem dor...
Mas com uma alegria no coração por ter vivido, por ter aproveitado o que passou...
Vamos lá, um dia tudo há de seguir seu caminho!
Aproveitemos o que se cruza por ele.
"A cada encontro, uma despedida!"
Obrigado Raphael.
Você me fez entender uma pequena parte da vida... te devo essa...
Continue assim, viva em paz, agradeço-te pela companhia e por me mostrar esse caminho!
Nos vemos.
E vejo-vocês-e-a-mim-mesmo, por aí, um dia.
Quem sabe...
Disse algo muito interessante, importante, hoje...
Uma música, uma marca, tem de ficar presente...
Apesar da ausência que eu sei que vai acontecer.
Só pra eu poder entender como as coisas são, como elas se fazem, e como elas têm de ser!
O mundo vai rodar... ele vai continuar... não podemos esquecer das coisas, mas devemos sempre estar dispostos e preparados para seguir em frente!
Sem medo, sem dor...
Mas com uma alegria no coração por ter vivido, por ter aproveitado o que passou...
Vamos lá, um dia tudo há de seguir seu caminho!
Aproveitemos o que se cruza por ele.
"A cada encontro, uma despedida!"
Obrigado Raphael.
Você me fez entender uma pequena parte da vida... te devo essa...
Continue assim, viva em paz, agradeço-te pela companhia e por me mostrar esse caminho!
Nos vemos.
E vejo-vocês-e-a-mim-mesmo, por aí, um dia.
Quem sabe...
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Sick
Venho sofrendo ultimamente uma doença, que por muitas vezes é rara - entre pessoas comuns.
Sim, sim, sim.
Eu a chamo de sociopatia apática.
Uma pena não ser culpa minha ( sempre ).
É involuntário, um mal, um pesar, uma disordem, e, de vez em quando, uma distração!
Do nada, sem perceber o desgosto bate.
E não existe a tão clamada indiferença. Ora, bem.
Quanto mais eu vejo pessoas, quanto mais eu tento entendê-las, mais ridículo o nível de constatação se eleva...
( Claro, vou deixar claro, que claramente, muitos casos me fazem rir de forma clara. )
Mas a atitude de desprezo das pessoas para com outras, seja como for e quais forem elas, é sempre... sempre... comum. Até demais.
Egos inflados, egos maiores que o próprio Ego que muitas vezes não se aguentam e explodem. Um mal nada necessário, mas tão recorrente...
Um mundo estranho, que sempre levam coisas contra coisas. Mesmo que você não saiba bem que "coisa" é essa. Mas continua torcendo, se "engajando" reclamando e vociferando ( mesmo que seja dentro de si! ). Países como estruturas de domínio mental e moral em cima de pessoas que sequer sabem como estão o resto (do país). Configurações inexatas de desejos que não levarão a nada, além de mais uma discórdia. A permissão e autoafirmação de "sim, me domine" sem receber nada em troca - a não ser a necessidade moral de afirmar que se é algo que, por vezes, pode ser definido como etéreo. Sem sabor, sem cor, nem dor. Essa é a sensação que se fica, vivendo em um lugar assim: Brasil. Como pátria que não passou por nada para se identificar como tal. Pessoas que se juntam em cada cantinho, sem discutir nada, e que clamam ser o que são simplesmente pelo fato de que existe alguma base ( mais uma vez moral e, por quê não, no caso, cultural? - Mas minha cultura é diferente, espera aí! ) que os ligam. Um local, criado por outros, dado por ninguém, e que a grande vontade é deixá-lo. Ótimo. Vamos longe, para o caminho desconhecido que ninguém quer saber aonde leva, e que é definido simplesmente pela vontade das autoproclamadas autoridades que pouco sabem o que realmente é "ser" é o que se é que seja "brasileiro" ( ou "nacionalidadeiro", qualquer que seja a sua ).
Isso. Necessário, sim. Não afirmo que não seja. Mas como experiência pessoal tento realmente não me posicionar em um lado que realmente não seja "o meu". Em um lado, que, eu estando, ou não estando, lá, não vai fazer a mínima diferença. Prefiro me proclamar como 'independente". Mental, cultural, e moralmente.
Um bom senso que não fala mais alto, pelo simples fato de não existir.
Sim. Me engajarei. Correrei. Lutarei. Pelo que merece. Pelo que faça com que o "eu" não possa ser identificado ( somente por mim ) como isso, e sim como "nós".
Grupos para conceder sentido a vida infame e inútil que vivemos de forma só e sola. Sim. Sem pessoas não se há nada. E quem pretende conquistá-las, somente para tê-las, jamais vai sair do âmbito irracional de seder a própria vontade. Seder a si mesmo, e fazer dos outros extesão do próprio - um nada, em proporção maior. Apesar, de, por incrível que pareça, ser uma pessoa individualista, quando se fala de movimentos socio-grupais.
Por quê tanta confusão e contradição?
Eu mesmo entendo, não sempre, mas dessa forma faz com que eu consiga ver algo...
Apoio sim. Social sim. Mas em pequenos, em poucos, em individuais. Que fazem da sua individualidade coletiva, pelo simples fato, de na verdade, realmente poder se sentir algo além do "simples", de certa forma se ver em "família".
E continuo sendo contra, cético. Não consigo pensar, me juntar, aclamar, compartilhar, de pessoas e seres que não consegue trazer nada, a não ser o "eu" para o mundo! Me basta, me desgasta. Não quero, e não vou, me ceder, me vender à aqueles que não aceitam o que eu posso fazer: que por medo, ou simples falta de vontade queiram reconhecer. Que queiram compartilhar, se dar, os mais sinceros pensamementos e vontade para analisar.
Não há como crescer, sem pensar, avaliar. E ninguém quer... nada. Além...
De:
Religião (de forma) cega. Patriotismo (somente) com casca. Grupos (exclusivamente) por conveniência. Amizades ( enganando ) à solidão. Pensamentos ( escondidos ) para não se perder.
Já pensou assim:
- O eu em forma social. A imposição do "eu" como uma construção artificial e ideológica da própria sociedade. A insensatez ideológica de se expandir o próprio ego. De se pertencer, sem se perguntar o por quê. De seguir sem sem saber. De viver sem imaginar. -
?
It's sad. so sad. But I must say.
I'm sick of this disgusting thing that the world brings to me.
Otherwise, otherside, I mean, and I feel like, I want to know it all.
Just to see, to feel, to change. My thoughts about it, and in time, a change...
Of mind. Of acts.
Bring what I know, for those who deserve, and try to take what I can from those who may more.
I will be always learning, and no. I will never stop.
Miss takes, or not, I will do what I have to. What I feel like to.
Intuition in the first place; at this time.
And no, never think that is has come to an end... while... it... ends.
But you will, never, never know, when is:
The End.
Sim, sim, sim.
Eu a chamo de sociopatia apática.
Uma pena não ser culpa minha ( sempre ).
É involuntário, um mal, um pesar, uma disordem, e, de vez em quando, uma distração!
Do nada, sem perceber o desgosto bate.
E não existe a tão clamada indiferença. Ora, bem.
Quanto mais eu vejo pessoas, quanto mais eu tento entendê-las, mais ridículo o nível de constatação se eleva...
( Claro, vou deixar claro, que claramente, muitos casos me fazem rir de forma clara. )
Mas a atitude de desprezo das pessoas para com outras, seja como for e quais forem elas, é sempre... sempre... comum. Até demais.
Egos inflados, egos maiores que o próprio Ego que muitas vezes não se aguentam e explodem. Um mal nada necessário, mas tão recorrente...
Um mundo estranho, que sempre levam coisas contra coisas. Mesmo que você não saiba bem que "coisa" é essa. Mas continua torcendo, se "engajando" reclamando e vociferando ( mesmo que seja dentro de si! ). Países como estruturas de domínio mental e moral em cima de pessoas que sequer sabem como estão o resto (do país). Configurações inexatas de desejos que não levarão a nada, além de mais uma discórdia. A permissão e autoafirmação de "sim, me domine" sem receber nada em troca - a não ser a necessidade moral de afirmar que se é algo que, por vezes, pode ser definido como etéreo. Sem sabor, sem cor, nem dor. Essa é a sensação que se fica, vivendo em um lugar assim: Brasil. Como pátria que não passou por nada para se identificar como tal. Pessoas que se juntam em cada cantinho, sem discutir nada, e que clamam ser o que são simplesmente pelo fato de que existe alguma base ( mais uma vez moral e, por quê não, no caso, cultural? - Mas minha cultura é diferente, espera aí! ) que os ligam. Um local, criado por outros, dado por ninguém, e que a grande vontade é deixá-lo. Ótimo. Vamos longe, para o caminho desconhecido que ninguém quer saber aonde leva, e que é definido simplesmente pela vontade das autoproclamadas autoridades que pouco sabem o que realmente é "ser" é o que se é que seja "brasileiro" ( ou "nacionalidadeiro", qualquer que seja a sua ).
Isso. Necessário, sim. Não afirmo que não seja. Mas como experiência pessoal tento realmente não me posicionar em um lado que realmente não seja "o meu". Em um lado, que, eu estando, ou não estando, lá, não vai fazer a mínima diferença. Prefiro me proclamar como 'independente". Mental, cultural, e moralmente.
Um bom senso que não fala mais alto, pelo simples fato de não existir.
Sim. Me engajarei. Correrei. Lutarei. Pelo que merece. Pelo que faça com que o "eu" não possa ser identificado ( somente por mim ) como isso, e sim como "nós".
Grupos para conceder sentido a vida infame e inútil que vivemos de forma só e sola. Sim. Sem pessoas não se há nada. E quem pretende conquistá-las, somente para tê-las, jamais vai sair do âmbito irracional de seder a própria vontade. Seder a si mesmo, e fazer dos outros extesão do próprio - um nada, em proporção maior. Apesar, de, por incrível que pareça, ser uma pessoa individualista, quando se fala de movimentos socio-grupais.
Por quê tanta confusão e contradição?
Eu mesmo entendo, não sempre, mas dessa forma faz com que eu consiga ver algo...
Apoio sim. Social sim. Mas em pequenos, em poucos, em individuais. Que fazem da sua individualidade coletiva, pelo simples fato, de na verdade, realmente poder se sentir algo além do "simples", de certa forma se ver em "família".
E continuo sendo contra, cético. Não consigo pensar, me juntar, aclamar, compartilhar, de pessoas e seres que não consegue trazer nada, a não ser o "eu" para o mundo! Me basta, me desgasta. Não quero, e não vou, me ceder, me vender à aqueles que não aceitam o que eu posso fazer: que por medo, ou simples falta de vontade queiram reconhecer. Que queiram compartilhar, se dar, os mais sinceros pensamementos e vontade para analisar.
Não há como crescer, sem pensar, avaliar. E ninguém quer... nada. Além...
De:
Religião (de forma) cega. Patriotismo (somente) com casca. Grupos (exclusivamente) por conveniência. Amizades ( enganando ) à solidão. Pensamentos ( escondidos ) para não se perder.
Já pensou assim:
- O eu em forma social. A imposição do "eu" como uma construção artificial e ideológica da própria sociedade. A insensatez ideológica de se expandir o próprio ego. De se pertencer, sem se perguntar o por quê. De seguir sem sem saber. De viver sem imaginar. -
?
It's sad. so sad. But I must say.
I'm sick of this disgusting thing that the world brings to me.
Otherwise, otherside, I mean, and I feel like, I want to know it all.
Just to see, to feel, to change. My thoughts about it, and in time, a change...
Of mind. Of acts.
Bring what I know, for those who deserve, and try to take what I can from those who may more.
I will be always learning, and no. I will never stop.
Miss takes, or not, I will do what I have to. What I feel like to.
Intuition in the first place; at this time.
And no, never think that is has come to an end... while... it... ends.
But you will, never, never know, when is:
The End.
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