quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Futu-real?

Estamos sim, aptos, a continuar.

Porém... o que será que vai ser? O que há de ser, em realidade, o amanhã (se é que ele de fato vai existir, ou simplesmente se configurar como outro, seja aonde for...)?

Não é tão simples responder, sequer pensar sobre isso sendo (ou talvez estando nas condições do) eu.

Tudo. Aberto. Nada. Norteado.


É como se o horizonte estivesse a vista, mas que ele se faz curto demais, ou simplesmente a vista revela muito aquém do que pode ser (vivenciado).


Estamos, sim, por aí, como sempre... duvido que qualquer coisa tenha mudado quanto a isso. Seja qual sentimento for, seja qual situação for... tamanha mudança jamais ocorreu, insisto em dizer.
E não há previsões; não há saídas; apesar das inúmeras (porém infrutíferas) opções. É o que parece; insisto, é o que sempre (a)pareceu.


Mas, vamos, vamos, vamos lá.
Não tenho muito (talvez nada) a dizer.
É só uma constatação branda do óbvio que reina no mundo e reflete a dinâmica essencial dessa ocasião ignóbil.

Talvez não seja nada; talvez seja tudo.

Pode ser que não importe, ou, quem sabe, é tudo do que preciso.
Vai saber...


Só acredito que, como sempre, nada mudará, apesar das condições em um determinado momento serem outras, influirem em outros sentidos e até mesmo sensações.

Não sei se quero; não sei se devo. Ou seria: não sei o que quero; não sei o que devo?


Tudo que eu posso afimar é que o inevitável passará (o tempo!!! Oh! Não, tempo...) e o tão 'esperado' hoje será o nada de amanhã.


O ciclo infindável da não definição;
A continuação insensata e desmotivada.
A constatação do evidente uma outra vez.

O futuro, de sempre....

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Passando

O tempo passa - naturalmente, o que acaba não passando é a sensação de que nada passa. De que as sensações diante o mundo acabam sendo cada vez mais exatas(mente) como eram. Cada passo, cada dia, o mesmo sempre.

Estranho dizer isso, pois a ideia é de que tudo pode (ou poderá) mudar.
Existem lampejos que acabam apontando pra esse tipo de sensação, mas, curiosamente, o retorno ao natural (e que natural é esse? Bem...não é muito natural, mas talvez seja o meu natural. Não?) é repassado.


O que eu digo, afinal, é que... ainda não consigo olhar para os lados com outros olhos; vejo as coisas em outros moldes, creio, mas elas se mantém com e na mesma forma.


Há graças, divertimentos, floreios; não há realidades, vontades, verdades.
Está tudo por aí, tão perdido quanto podem estar - e eu (por quê não nós?) no meio disso tudo; o 'mim' perdido dentro do 'eu' sem saber o que é que pode ser essa questão, esse ser, essa busca.

Uma breve reconciliação em torno de (algum) caminho(s).
Queiram eles existirem ou não...


Eu só vejo as coisas passarem, agora eu não me sinto as seguindo - parece-me que somente fluo, e não necessarimente com elas, ou no ritmo delas, ou no meu ritmo, ou em ritmo algum... só fluir, passar...


Pode parecer estranho mas isso é tão normal que, nessas ocasiões, se parece como parte de mim. E, admito, não é algo que saiba lidar. Talvez conviver, caso não... quem sabe.


Afinal, aliás, e sobretudo, isso acaba não importando; como a maioria de quase tudo por aí. Como a vida que corre, como as coisas que seguem, como o tempo que passa...


Bem. Sei eu. Sabemos todos.
Estamos passando, só de passagem.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Hey, you.

Somente uma pequena e boba citação, mas... que, bem, é no mínimo bem interessante.

Young Faye - Cowboy Bebop


Eu não estou mais aqui
Mas eu estou aqui hoje e estarei sempre torcendo por você bem aqui...
Torcendo por você, meu único eu.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Once

Not a new feeling, but rather a recurrent perception that I didn't feel like wishing (and washing) it away...

But, let's say, let's speak.


Once (something) that was, and is no more...

That's not new for me today, but.... that's the day to put those into the wheel. But, oh well... what to say?

Hard to know, difficult to deal, tough to understand how can this be so, so real.
Come what may, so, I say.

The meaning was always there - in some cases - and (or) the resolution was so obvious and evident that I could carry away the focus to maintain the wish to get that path accomplished.

But, no! That's die fragen und der antwort. That's the confusion and the only way out.

For quite sometime I've been dealing with these only in my mind, or if I dare to admit, forgeting these in my mind. But, It's true, It's real, and I can't deny.

I've been carrying away these facts, knowing that they are no more (but, still, what can be 'more' so?). And in some cases there are no easy solution for them.
Might I just continue to finish it? But well! I have to, and what so, then, to do?
No answer, for sure. This is just the eternal pinpoint of my damned être. I'm so, so, so unsatisfied to say  this - for the sake of everything that have been done and said - but I just can't avoid this objection, this... situation.
And, well, time keeps on coming, and there will be no more time eventually, once, or anymore.... 

In other case, I just can't agree or see some things the way a saw, the way I felt. They've gone, just vanished away. Such a situationship that was so much for me once,  and, today is so fullfilling empty. Like a broken amulet you keep, just because It was so dare to you. And I quite know that It will be no more, It just won't come back and shine. It was once a life (or my life?). Now no more then just a distraction, a way to go. Oh, oh!

And, I will dare now, as I've never wrote about this until now - althought that's quite known to myself.
It shouldn't  have been like it is - oh life, we can't complain, it has been so good after all...
But I feel, I know ... I've always felt, always knew.
It was the right way to go, and to do things. But It just turned to it's true fact that it was "not to be" as I have ever expected...  But sometimes we have to try. And this time I tried, and... well. I don't regret anything, and I (truly!) don't imagine how It could be (at least not in this case)... so this question is well explained to me. (What I do, I must admit, is that I keep wondering if something "new" can be - but I know that's just some kind of fools hope, and the most decent thing to say is that "it's done").


But again, once! (something) That was, is not anymore...
The question that I ask myself is why these things keeps on interfering in my way of thinking, imaginating and acting, as It shouldn't be so... strong... or, this is just a way that I involuntary bond because I haven't really got any(-where, -thing, -one) to be tied (to to belief) with?
I quite don't know.
What I know is that I don't really need (or even wish!) changes (for right now, at least). What turns it to be something even more strange and makes me... as confuse as I am.


- Sorry to say, but, for now, I see no way...
- Well, it's ok. I see no news in it anyway.
- Yeah, I sense the meaning.  But I can't feel it deep...
- No problem, (hm, in fact there is...but...) everything was ever such. Dealing with no meaning is quite a constant...
- Für uns alle!
 






segunda-feira, 24 de março de 2014

Oh Well...!

É somente um pequeno trecho, mas que indiscutivelmente merece uma postagem em especial.

Não vou fazer quaisquer comentários; já se diz (sobre o que pensar do passado, presente e futuro) o bastante por si só!


"Considerar todas as coisas que nos sucedem como acidentes ou episódios de um romance, a que assistimos não com a atenção senão com a vida. Só com essa atitude poderemos vencer a malícia dos dias e os caprichos dos sucessos."

( Fernando Pessoa, Livro do Desassossego. 246, p. 246)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Me-an(d)

So...
Somewhat...
Somewhere...

So.
You tell me,
Where is this light
Going to lead?

It will lead, I guess
To some nice cosy place
For us to find, a costly life
Of no meaning and ways,
No! Can you believe it? Not at all.

Meaning is something
You should not be looking for
It is around, all around
Around you, around me
Around us, all, all around
It's easy...

But, no, no!
I don't see, why you tell me?
Come on, do tell me.
Why do you keep on believing
In such dependable ways of be-ing

I don't belive, I just do.
Don't you see?
That's the only weg I can...be.
No. No. No.
No tomorrow, no future.
Life as it is.
Memories, then just let it be...

Oh no, I can't see.
Do explain, bitte, to me!

There is no explanation lad.
I take what I can, otherwise, I could not... be.

Be, noch einmal? What do you mean?

I just have told you: the meaning is there, around.
Althought I believe you won't really find it.
Well, let's consider there is no meaning, no, not me.

But... w...w...hat?

Yeah, yeah.
Keep it going, I say.
This light will just lead,
To an unsuspicious exit
...someday.
All you have to do is...
Constantly face some shadows and... ghosts a fray.

Well, I guess... it is...just...
Ok.



terça-feira, 24 de setembro de 2013

Jóias

Se tem algo que me orgulho de dizer é: Eu não vivo só de memórias!


Mas isso vai além da insensatez, pois nossa vida é memória. E bem, como dizem, recordar é viver.


Em realidade, o que pretendo dizer com isso é que simplesmente não deixo de seguir em frente devido a coisas que aconteceram ou recordações (quase sempre, sempre presentes nas situações de sempre), seja elas quais forem...

E bem, é que, eu, simplesmente, tenho uma capacidade bastante estranha de confundir os "tempos" em minha mente, e conseguir vivenciar algo (na memória, claro, mas que a sua vez pode se fazer tão real...) que aconteceu há tempos como se fosse atual, tranquilamente "de ontem". (E ao mesmo tempo perceber algo que aconteceu há pouco tempo como se fosse antigo, ou até mesmo mais "memorável": no sentido de ser uma memória, e não uma vivência).


Isso tudo me faz desejar ao mesmo tempo a contínua(-ção, -idade) mudança, assim como tenho um quase-necessidade de experenciar o que (em realidade) se passou (em mim).
Essa situação me gera um permanente questionamento sobre tudo - principalmente sobre o atual - do tipo: o que seria se, e se tudo fosse, e se... Mas como se não me levou a viver, é por puro consentimento que eu vivi (e aliás, creio que vivo)  bem, e bastante.
É que as possibilidades sempre me devoram, existe uma tendência de imaginar um paralelo-do-mundo-e-do-eu.


Talvez, digo, só talvez! Talvez... eu veja o que aconteceu e desejo, talvez, o que não aconteceu, justamente pelo que me aconteceu, o que realmente acredito que possa ter sido o que me permite ter uma visão mais... complexa... (e como é complexo!) disso tudo. 

Tenho de apontar e considerar que cada se faria com que outros se que eu me debruço não fossem nada, e de fato nem existissem.

Acho, que, o que me acomete, é a factualidade de viver várias vidas, vários tempos, várias memórias... e que, talvez, algumas delas persistem com maior vontade em certas situações.


O que me faz dizer isso tudo, talvez, é que talvez, eu tenha tido uma situação, em especial, que faria com que todos esses se pudessem ser relegados, pois, de fato, haveria outra vida - que não essa! - em meio a esses montes de memórias, lembranças, imaginações e possibilidades... (J!)


Mas tudo bem, se estou (bem) aqui hoje (bem) é um indício de que tudo segue, e o que nos basta mesmo é adaptar a cada situação que nos apareça, tentando fazer dela a melhor possível, para que dessa forma aproveitemos ao máximo... seja o que for.



Início de uma discussão pessoal enfim; tudo que eu tenho mesmo a dizer é simples: vamos longe!

... pois ...

 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Time Won't Back Down

Once more, I have to say it, as always...

Anos de costume. Anos de experiência(s). Só(mente) para lembrar que se deve aproveitar o que se faz (agora).

Não que eu não saiba lidar com isso, talvez pelo contrário...
É só uma nota de lembrança, uma nota para lembrar, talvez...


Eu bem sei, os tempos mudam e não perdoam, e não nos adianta buscar o mesmo, querer o mesmo, viver o mesmo...
Há sim, que se continuar, se buscar, se querer, se viver; mas sempre o que nos cabe - no momento, quem sabe! Talvez manter tudo isso além, mirando a frente... mas relacionando de forma real o ser e o agora. A única forma de se viver sem poder se esquecer, sem poder se rejeitar, sem poder con(s)tar o vazio do espírito e da experiência.


Talvez seja a consumação do entendimento que há de se dizer "adeus" e que ele é, sim, sempre, definitivo - independente da situação, pois bem, pois mal, ela jamais será a mesma quando se consumir. Talvez algo novo há por vir, e não podemos - jamais - descreditar essa possibilidade; mas esse é um momento de se alinhar o passado, que se faz tão presente, para guardá-lo como se fosse para todo sempre (presente). 


É isso... só(mente).


Vá em paz (R!), pois eu tentarei encontrá-la também... que seja aos meus modos, já que os nossos vão se diluir no tempo...

'Cause it won't back down...



Vielen Dank für Alles mein Dobber!