Oportunidades.
Essa é uma palavra engraçada...
Certo e errado.
São duas ainda mais difíceis de entender...
Pois bem!
Como saber se o que foi, era, se você não fez nada, pra saber que era oportunidade?
Se bem que pode ser que fosse...mas seja como for, não mudar nada no agora.
Já que esse momento não foi, literalmente.
E a atitude tomada.
O que é certo?
O que é errado?
O que fazer, enfim?
Esperar outra oportunidade pra saber?
Hahahaha.
Cada caso é caso, e tudo é completamente passível de análise...
Analisemos pois. aquilo que aconteceu.
Aquilo que fizemos.
Não há um certo ou um errado...
Mas o fato de adquirirmos experiência ante a uma gama de acontecimentos que podem ser eventualmente parecidos.
Não adianta de nada nos arrependermos! ...
Não, não.
Por pior que nossa atitude tenha sido...
Não adianta de nada imaginarmos o que seria depois! ...
Não.
Tudo seria (e é) imprevisível.
Ao menos um sorriso, ou uma nova experiência os acontecimentos têm de nos trazer...
Eles podem não acontecer de novo...
Mas estaremos avisados.
X ou Y, que seja.
Não esqueçamos disso jamais!
Fiquemos preparados então para agir...
Sem a esperança de um tolo...mas sem toda a rispidez de um otário.
A não ser que realmente queiramos ser assim. Mas daí ... é outro caso.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
Dedicata
Pessoas...
Problemas.
Pessoas...
Soluções.
O sistema binário funciona tranquilamente nesse caso.
Nunca se sabe o que é o quê.
Até o ponto...que se se sabe a verdade.
E não há outro caminho...
Não existe meio.
Mas ele pode mudar.
A questão é saber lidar.
O ponto é escolher.
E nossa escolha é fundamentada no momento...o qual não sabemos o que vai ser amanhã.
O único porém, é não se arrepender.
Faça, faça...
Vamos viver.
Mas não o errado - ao menos não o que julguemos! Que não seja o que se diz a cada momento....
Vamos lá...
Em frente.
Não há ninguém que faça a nossa escolha...
Mas existem pessoas que podem nos apoiar. Seguir conosco.
Não tenhamos medo de ficar por aí jogados...
Não tenhamos medo de nada!
O que for acontecer, inevitavelmente vai.
Acontecer...
Não. Há. Nada. Sólido, para se pisar.
Construa seu caminho...
Com o que as certas pessoas te oferecem.
Amizade. Fidelidade. A Verdade de saber que te querem bem.
Não há nada...nem ninguém que possa desfazer isso.
Pretenciosidade a nossa de querermos saber o que passa, o que vai acontecer.
Siga, segue.
Enquanto o tempo nos regue com sua voracidade...
Enquanto tudo inevitavelmente se esvairá...
Pessoas, pessoas.
Problemas e soluções.
Acabe com os seus, encontre as suas.
A vida não há de parar...
Até que ela acabe!
Problemas.
Pessoas...
Soluções.
O sistema binário funciona tranquilamente nesse caso.
Nunca se sabe o que é o quê.
Até o ponto...que se se sabe a verdade.
E não há outro caminho...
Não existe meio.
Mas ele pode mudar.
A questão é saber lidar.
O ponto é escolher.
E nossa escolha é fundamentada no momento...o qual não sabemos o que vai ser amanhã.
O único porém, é não se arrepender.
Faça, faça...
Vamos viver.
Mas não o errado - ao menos não o que julguemos! Que não seja o que se diz a cada momento....
Vamos lá...
Em frente.
Não há ninguém que faça a nossa escolha...
Mas existem pessoas que podem nos apoiar. Seguir conosco.
Não tenhamos medo de ficar por aí jogados...
Não tenhamos medo de nada!
O que for acontecer, inevitavelmente vai.
Acontecer...
Não. Há. Nada. Sólido, para se pisar.
Construa seu caminho...
Com o que as certas pessoas te oferecem.
Amizade. Fidelidade. A Verdade de saber que te querem bem.
Não há nada...nem ninguém que possa desfazer isso.
Pretenciosidade a nossa de querermos saber o que passa, o que vai acontecer.
Siga, segue.
Enquanto o tempo nos regue com sua voracidade...
Enquanto tudo inevitavelmente se esvairá...
Pessoas, pessoas.
Problemas e soluções.
Acabe com os seus, encontre as suas.
A vida não há de parar...
Até que ela acabe!
sábado, 21 de novembro de 2009
Silêncio
As vezes ele nos diz tanto que chega a ser assustador...
Nos diz o que fazer, o que falar, o que sentir, o que achar...
Ele é o único que não nos abandona.
Não dá trégua...
Continua sua perseguição à nossa percepção.
Pedimos para ele:
"Se Cala!"
Mas nada acontece...
Falamos no (nunca para) silêncio, e ele fala conosco...
Fugimos dele, e nos perdemos de nós mesmos.
Um caminho sem saída.
Um mal necessário.
O fim...
Sem fim...
Enfim...
domingo, 8 de novembro de 2009
Fim.
Existem certas horas que simplesmente gostaríamos disso.
Só, simples e simplesmente.
Fim e ponto, pronto.
Fim.
Só, simples e simplesmente.
Fim e ponto, pronto.
Fim.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Atitude
Sempre me chamaram de erro.
( E suas infinitas variações com o mesmo sentido...)
Já me acostumei a isso.
Mas o que lhes posso dizer é simples...
Eu sou o erro que ninguém cometeu, a instância que ninguém chegou, o devaneio que ninguém encontrou...
O exemplo de como não ser (seguido).
E por isso, simplesmente, não há como errar!
O caminho que se traça já não é mais perscrutado...
Passo a passo, cada dia um.
Não há Início nem Meio, nem muito menos Fim.
É um ciclo renovado a todo tempo.
Tudo vai...pouca coisa volta.
E o que sobra é o que temos que conviver...
Convívio, do dia-a-dia, necessário para se perceber o tempo passar...
Mas se isso não se faz tão real quanto parece, o tempo simplesmente passa sem perceber.
Por isso, enfim, dentro de todos os tempos em que me lembro estar por aqui...
O (meu) erro prevalece sobre tudo, desenquadra a minha face, emoldurando nela um simples dejeto de palavras mal faladas...
Sou sempre isso.
Sou sempre o mesmo.
Não há como fugir de um enquadramento, quando se é o foco - do errado!
De toda forma, não há como errar.
Não quando já se espera exatamente aquilo (o erro!) vindo de você. Simplesmente porquê esse erro não é surpresa...simplesmente porque ele sequer existe!
Mal muda.
Pouco importa.
A única concientização necessária é saber desse detalhe. Exatamente.
Levá-los a crer que sou assim, é a melhor forma de ficar livre disso.
Nem que seja na própria mente - e pra falar a verdade, o que importa além disso?
Se esperam isso de mim, posso dizer que espero o mesmo deles - essa atitude inconcebivelmente normal para mim!
Que eles me olhem com os mesmos olhos de sempre...que me vejam sempre isso mesmo.
Eu continuo Eu.
Para mim, ou para eles, tanto faz.
Creio muito que pouca (ou nenhuma) influência isso traz.
Para mim, ou para eles, tanto faz.
Enfim.
Dissimular através de uma emulação da simulação.
Atitude sagrada de cada dia...
( E suas infinitas variações com o mesmo sentido...)
Já me acostumei a isso.
Mas o que lhes posso dizer é simples...
Eu sou o erro que ninguém cometeu, a instância que ninguém chegou, o devaneio que ninguém encontrou...
O exemplo de como não ser (seguido).
E por isso, simplesmente, não há como errar!
O caminho que se traça já não é mais perscrutado...
Passo a passo, cada dia um.
Não há Início nem Meio, nem muito menos Fim.
É um ciclo renovado a todo tempo.
Tudo vai...pouca coisa volta.
E o que sobra é o que temos que conviver...
Convívio, do dia-a-dia, necessário para se perceber o tempo passar...
Mas se isso não se faz tão real quanto parece, o tempo simplesmente passa sem perceber.
Por isso, enfim, dentro de todos os tempos em que me lembro estar por aqui...
O (meu) erro prevalece sobre tudo, desenquadra a minha face, emoldurando nela um simples dejeto de palavras mal faladas...
Sou sempre isso.
Sou sempre o mesmo.
Não há como fugir de um enquadramento, quando se é o foco - do errado!
De toda forma, não há como errar.
Não quando já se espera exatamente aquilo (o erro!) vindo de você. Simplesmente porquê esse erro não é surpresa...simplesmente porque ele sequer existe!
Mal muda.
Pouco importa.
A única concientização necessária é saber desse detalhe. Exatamente.
Levá-los a crer que sou assim, é a melhor forma de ficar livre disso.
Nem que seja na própria mente - e pra falar a verdade, o que importa além disso?
Se esperam isso de mim, posso dizer que espero o mesmo deles - essa atitude inconcebivelmente normal para mim!
Que eles me olhem com os mesmos olhos de sempre...que me vejam sempre isso mesmo.
Eu continuo Eu.
Para mim, ou para eles, tanto faz.
Creio muito que pouca (ou nenhuma) influência isso traz.
Para mim, ou para eles, tanto faz.
Enfim.
Dissimular através de uma emulação da simulação.
Atitude sagrada de cada dia...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Ferença
In, mais, menos, ou mesmo sem di.
Enfim.
É o que eu sinto.
Olho em volta...
E tudo que vejo são memórias vivas andando por aí - as pessoas.
Difícil ter certeza de alguma coisa...
Parece que o que faço não tem valor...
Dá vontade de mudar tudo, de seguir outro caminho...
Mas o quê?
Qual?
Ah, deve ter algum valor...
Só ninguém o releva - nem mesmo eu.
A vontade de ser algo...
Mas ser o quê?
Se sou tudo e sou nada...
Jack'of'all, master of none.
Pessoas são...e eu não.
Mas não quero ser elas...
Mesmo que tenha essa besteira, ou mesmo não tendo...
O que sinto é tudo que essa palavra pode dizer.
Ferença!
Indiferença da diferença!
Enfim.
É o que eu sinto.
Olho em volta...
E tudo que vejo são memórias vivas andando por aí - as pessoas.
Difícil ter certeza de alguma coisa...
Parece que o que faço não tem valor...
Dá vontade de mudar tudo, de seguir outro caminho...
Mas o quê?
Qual?
Ah, deve ter algum valor...
Só ninguém o releva - nem mesmo eu.
A vontade de ser algo...
Mas ser o quê?
Se sou tudo e sou nada...
Jack'of'all, master of none.
Pessoas são...e eu não.
Mas não quero ser elas...
Mesmo que tenha essa besteira, ou mesmo não tendo...
O que sinto é tudo que essa palavra pode dizer.
Ferença!
Indiferença da diferença!
domingo, 25 de outubro de 2009
Enfim...
Só.
Só, somente, sozinho.
Simples, simplório, simplesmente.
Sem sabor, sem saber, sem sentir...
Só.
Não há possibilidade de encontrar...o que se quer - companhia.
Procurar, além.
Mas, ninguém, além de você, procura algo, além.
O fim é o mesmo.
Todos sabemos...
Sozinhos estaremos.
Mas eu...eu não tenho medo de estar só, além.
Medo não, não onde não há ninguém.
O problema é aqui.
O problema é agora.
Só, num mundo pequeno...só, só.
Não aqui! ... tantos e tantas ... e só?
Ou todos sós, sempre?
Prefiro ter-me só, do que me sentir só sem ter quem mata minha solidão...
O medo do fim.
Não.
Não o medo do enfim...
Mas o receio sim.
O receio do agora; de que seja assim.
Só.
Sozinho.
Somente.
Sim...
Enfim.
Só.
Só, somente, sozinho.
Simples, simplório, simplesmente.
Sem sabor, sem saber, sem sentir...
Só.
Não há possibilidade de encontrar...o que se quer - companhia.
Procurar, além.
Mas, ninguém, além de você, procura algo, além.
O fim é o mesmo.
Todos sabemos...
Sozinhos estaremos.
Mas eu...eu não tenho medo de estar só, além.
Medo não, não onde não há ninguém.
O problema é aqui.
O problema é agora.
Só, num mundo pequeno...só, só.
Não aqui! ... tantos e tantas ... e só?
Ou todos sós, sempre?
Prefiro ter-me só, do que me sentir só sem ter quem mata minha solidão...
O medo do fim.
Não.
Não o medo do enfim...
Mas o receio sim.
O receio do agora; de que seja assim.
Só.
Sozinho.
Somente.
Sim...
Enfim.
Só.
sábado, 17 de outubro de 2009
A Cada Noite
Desejamos.
Do fim ao começo.
Um turbilhão de coisas...
A vontade de sumir, desaparecer.
De não ficar. De jamais estar!
De conhecer, de aproveitar.
De sair. De não voltar!
Ânimo contagiante.
Ânimo dúbio e instável.
Ânimo existente.
Ânimo desistente...
Há horas que simplesmente se desiste.
Não queremos saber...
E voltamos a questionar tudo. O por que!
Noites iguais.
Noites diferentes.
Perguntas iguais!
Respostas diferentes...
Conclusões!?
Completamente inexistentes...
E a noite passa...
E a mesma noite vem...
Mas até quando?
Do fim ao começo.
Um turbilhão de coisas...
A vontade de sumir, desaparecer.
De não ficar. De jamais estar!
De conhecer, de aproveitar.
De sair. De não voltar!
Ânimo contagiante.
Ânimo dúbio e instável.
Ânimo existente.
Ânimo desistente...
Há horas que simplesmente se desiste.
Não queremos saber...
E voltamos a questionar tudo. O por que!
Noites iguais.
Noites diferentes.
Perguntas iguais!
Respostas diferentes...
Conclusões!?
Completamente inexistentes...
E a noite passa...
E a mesma noite vem...
Mas até quando?
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