segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Flows

Dwelling in, 

Screaming out. 


These are the actions that our inner feelings and perceptions ever - and I do say ever - tries to accomplish. 

But it is not clear, if that is always possible to make it - to understand it - to even recognize it. 


The sheer flame of existence sometimes is pretty blurred - and we can barely see through it. 

Or... even see it. 

Still, It has its presence... somewhere. 

And one can feel it (otherwise... we cannot even consider being part of here). 


Many people and many moments are simply driven by an unrecognizable instinct of emptiness that makes them... unwanted - at least by logical eyes.  

Not to question what should be done - or for what purpose we were brought here. 

This is just a note of a constant fight with the conception of being available to live in the situation that we are - here, and I'm not sure ... now. 


It's easy to perceive that each one of us has a different solution for a different problem. 

And this is something that lets each of us live. 


There is not a single question that can't be answered - but we can't always answer exactly what passes through our minds - and it kinda hurts.

Working out and working away each day to try to forget what exactly does it feel like to be a being in this sense of social existence is just ... tiresome. In reality. 

And there are situations that just put us at crossroads - to what chemin shall we pass!? 


The many ifs that could have been don't count anymore - if they ever did. 

The many possibilities that are painted out don't quite shine anymore - if they ever will. 

The focus should be on a straight idea and perception - that is exactly what marks us into this moment.


Set, 

and sail. 

Into the stream, 

that flows in and out.


Peace sometimes is not an option. 

But I would do anything to make Peace a viable option in this share of time. 

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Passar, há!

Tudo passa! 

Tudo sempre passará! 

(é o que se canta, é  o que dizem, é o que me disseram...)



A não ser que...

Você não queira que passe. 

(a não ser que você se prenda...)


Mantemos conosco o sentimento e o desejo que nos permitimos; que nos incitamos, que teimamos em acreditar. 

E... carregamos essa perspectiva de forma indefinida, muitas vezes, a qual pode ser que não tenha prazo para acabar. 

E talvez esse seja um dos maiores problemas para se seguir em frente - simplesmente, estar preso (sutilmente, ou não, se prender!) a um momento, movimento, moléstia... 

(Ao desejo interior! A vontade incontrolável! A paixão insaciável!)

Tudo isso... às vezes, em vão. 

(Ás vezes somente em você! As vezes já mesmo extinto, que somente paira como um fantasma, uma vaga memória... Que acomete como as "Gaivotas que não gorjeiam como lá!" ... e nos deixam exilados de nós mesmos. Nostálgicos de um sentimento que já expirou... )


Então acredito que,

Re-aprender a lidar com às próprias necessidades e vontades é quase uma arte de se enquadrar em um novo quadro de vida - que é uma constante reapresentação de (imprevisíveis) condições. 


Muitas vezes recorremos a soluções completamente ríspidas para esses problemas - damos um basta, nos absentamos e isso já nos chega. E por algum tempo é tudo que basta - Mas será que isso continua lá, em algum canto de nosso inconsciente?  

Outras vezes, e dentre elas, por falta de escolha, temos de encarar o que nos aflinge de forma direta - o objeto está ali. Há que se agir (nem que seja internamente).  


E de tal maneira... 

As situações passam - assim como o sopro de vida que nos compõe - sem que nos demos conta. 


Estamos ou não estamos. 

Somos, ou não. 

Se torna algo que não conseguimos claramente definir. 


Às vezes toda essa questão e esse entrave são subterfúgios da realidade que trafegamos...

Mas bem, realmente, não importa! 

Não aqui. 

Não agora.



Acredito (agora!) que temos muito mais a ganhar reformulando a nossa perspectiva, para, nos encontramos ali como um novo ser - diante daquele mesmo objeto que nos tocou ( e que, sim, vai continuar o mesmo [ aliás, não podemos mudar a ninguém, senão a nós mesmos! ] ). 

E se o tocarmos (caso possível) com outras mãos, com outras intenções, já não somos mais os mesmos. 

E a reação (recíproca) já não vai ser a mesma. 

E aquela que era uma necessidade já não está mais lá. 

E isso não precisa ser algo amargo, que nos causa dor.

E pensando nesse panorama...

Tudo já... passou. 

Tudo já... mudou.

(Você no mundo, e ele em você - são outros!)


Nos permeando dessa perspectiva, não precisamos esquecer aquilo que um dia foi; já não precisamos apagar aquilo que um dia houve; já não precisamos mais matar quem um dia fomos; e já não necessitamos de duvidar daquilo que um dia sentimos. 

Todas as dores, amores, casos, acasos e situações as que vivemos nos compõem, nos percorrem, nos constroem - e fazem de nós, justamente tal qual somos! Replicam aqui e agora, o que o nosso ser é. 


E... 

Hoje. 

Eu não tenho mais medo de ser,

O que quer que seja. 

Sim, sei.  

Desejo viver!

E assim é. 

E mesmo que tudo tenha  dado errado; está certo! 


eu estou aqui! 

(e tem de ser o que importa.) 


Vamos! (?!)




Motto:

... Metabolizar situações em energia para continuar. 



Playing: 

Pineappele Thief - Demons

sexta-feira, 11 de junho de 2021

💧

Quando se sentir para baixo, sem energia. 

Quando se sentir acabado, sem recomeço.

Quando se sentir estagnado, sem retrocesso. 

Quando se sentir perdido, sem futuro. 

Quando o amanhã for tão importante quanto o hoje.


Lembre-se. 

Reitere-se. 

Introjete-se.  


Ainda há (sim!) uma fonte preciosa de energia, que te mantém, que te provém. 

Dentro de si! 

É (a energia da) Água - é dela que provém a vida! 

A fonte.

Ela é tão límpida quanto o seu entorno propociona - ela é tão transparente quanto a luz que a ilumina.

Ela preenche a escuridão que a circunda. 

A sua cor e seu aspecto dependem justamente da pureza de seu ambiente. 


E mesmo quando o abismo parece muito mais fundo do que possamos suportar;

É para a mais profunda escuridão que ela se encaminha. 

Ela está lá, presente. Disposta, distinta, disponível.

E é justamente das entranhas que ela brota! 

Repartindo todos seus proventos.


Somos natureza. 

Somos energia. 

Pois então, por quê não nos valer dessa nuance?


Somos vida. 

A vida nos preenche. 

Cabe a nós preenchê-la. 



Perceba, dentro de você existe essa fonte - ela é a origem.

Cuida-te - cuida dela! 

Providencie condições ( sejam elas físicas, mentais, energéticas - seja como fôr! ) para que esse âmbito possa sempre prover energia límpida. 

Saiba, 

Mesmo na escuridão é possível encontrar pureza!  


É essa Água que vai te trazer o elã para se movimentar pelo mundo. 

Ela providencia uma nascente de possibilidades.

Ela esculpe uma torrente de relevos,

Dentre os quais ela mesmo fornece (a base) e suscita (o movimento) mudanças.

Não tenha medo, flua, adapte, se preencha! 



Let part of you

Be like water, my friend. 

domingo, 30 de maio de 2021

Sim

Desde quando sou triste? 

Onde foi que me tornei infeliz? 

Por quê me questiono se essa sombra sou mesmo eu?


Vendo as fotos e as memórias que me configuravam, a única coisa que consigo perceber é outro algo que não esse.

O sorriso estava. 

Os momentos estavam. 

A realidade estava.

Havia (um) outro. 


Não sei por - e se foi por onde - os caminhos que passei. 

Não sei se foi com quem eu andei - as situações em que vivenciei. 

Não sei se tudo isso foi necessário - para crescer; 

Ou mero acaso - para me aborrecer. 


A partir daí, 

O mundo se tornou outro - criou muito mais nuances, e todas eles muito mais sombrias do que os quais eu tinha como minhas (se é que tinha!), um dia. 

Absorvi demais coisas que não eram minhas. 

Problemas que não podem ser meus. 

Vidas que não desejavam o mesmo que ainda busco - viver! 

(oras, ainda posso seguir...)


Se relacionar em qualquer nível demonstra a complexidade que se configura as existências. 

Mas acredito que não podemos tomar para si aquilo que cabe a outrém - não, isso não é egoísmo. É autopreservação. E devemos tentar continuar integros, mesmo que fadados a estar sozinhos, porém sãos. 

Pois, precisamos estar completos em si, para poder desfrutar algo e alguém em outro. Para desfrutar algo e o self dentro do mundo - compartilhar uma vívida realidade. 


Não há como se debruçar nas carências de outrém - não há como suprir as próprias carências com além.

E, isso, me aprendi, mesmo que por tanto praticar. 


Não raramente (a)creditamos demais; confiamos demais; desejamos demais.

Por vezes nos doamos e recebemos o vazio em troca - e não sabemos o que fazer com tal nulidade. Somos nós o problema? Ou seria o próximo, que só tem isso a oferecer (nesse momento)?  

Nos ausentamos? Devolvemos o mesmo? Nos fechamos? Como prevalecer? 


Não sou o tipo de pessoa que consegue viver a parte de tudo - e todos. Apesar de conseguir me ausentar e me tornar alheio as desnecessariedades do mundo. Acho que... sinto. 

E isso torna toda essa questão muito mais difícil do que parece ser. 

Mas... assim o é. 


Muitos possuem um objetivo, uma força, um propósito. 

E isso os encaminha - e isso os encobre - e isso os empenha. 

Por qual motivo seja tal necessidade, espero que todos o encontre. 

Apesar de que... eu não me vejo nesse caminho. 

Então o que me resta... é... improvisar. 

(Estar preparado, mesmo sem saber para o que seja)



A cada experiência eu me perco mais - e assim me conheço. 

A cada situação eu me desconstruo mais - e assim me percebo. 

A cada fracasso eu me acabo mais - e assim me direciono. 


E hoje sei, que apesar de onde - e com quem - eu me esbarrar preciso (man)ter uma simples filosofia para não me tornar aquilo que nunca fui: 


Ser. 

Sorrir. 

Saborear. 

Sentir.

Sim. 


(Desfrutar; divertir; demais!)


Mesmo que tudo seja de forma equilibrada; 

Não pretendo esquecer que, 

Quero ter orgulho do que eu fui, 

E, mais ainda, de quem me tornei. 

terça-feira, 18 de maio de 2021

S.

Entre todos. 

Entretanto. 

E entre tudo. 


Há uma deslocalização. 

Uma desconfiança. 

Um desalento. 


Das saudades

Simbióticas

Só resta o simbólico. 


A Sensatez 

da Solidez

Só resta a solitude. 


E é o sensorial 

que salteia

Aquilo que te suprime. 


Não consigo mais me supreender com a desavença das realidades. 

Com as configurações das possibilidades. 

Só - como sempre - me resvalo nas situações menos saborosas, 

Nos momentos mais insalubres, 

Nos desacordos mais desnecessários, 

Que repreendem qualquer expansão das creditações, 

Diante do panorama que se perfaz. 


Não é que o bem e mal não existem - e nem muito menos que um se sobrepõe ao outro

É simplesmente que, 

As ocasiões revelam passados, presentes, e futuros das mais desatinadoras formas

Que acordam, remontam, re-clamam os mais diversos fantasmas, em si presentes. 

E todos de uma só uma vez - dentro de um só sibilo - diante de um só ser (você!). 

E tudo consegue se significar de uma só maneira - já conhecida - destacando qualquer couraça criada para se abster de tal interpretação... Qualquer construção que um dia formou um arcabouço de opções, planos e ilusões - de que tudo poderia ser - . 

Mas simplesmente não o é. 

E assim é. 

Assim sempre foi. 

Não sei se é que pode-se ser... diferente (?).


Somente cabe aceitar,

Acachapar

Acabar. 


Com.


As expectativas, 

As representações, 

As (des)ilusões. 



Ser - só - é ser um ser que sabe que só ser as vezes não supre (si). 

E mesmo assim, 

Insisitir. 


Sabe-se lá como...

💬

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Estações

Tudo na natureza possui seu tempo. 

Seu movimento.

Seu momento. 

Sua estação. 


Tudo segue um preceito. 

Um trejeito.

Um padrão. 


Nossa vida também. 

Ela desanda a seguir o rol natural - naquilo que obedece as leis da natureza. 

Nosso corpo, 

Nosso ânimo.

(nossa alma?)


Mas, aquilo que se trata das relações, 

Das percepções, 

Dos acontecimentos, 

E as explicações. 

Não obedecem tal lei. 

Não há um receituário. 

Não predição, 

Não há predileção. 


E nossa vida descamba; 

desata; 

descompassa; 

desconstrói.


A cada dia nos propomos uma nova mentira, 

Uma nova peripécia,

Uma nova ilusão. 

Para tentar (se) anima-r. 

Para simplesmente (ter com que) continuar. 


Mas sempre nos esbarramos com as nossas (falsas) expectativas daquilo que poderia ser - e, em realidade, jamais teria sido.

(em cada âmbito...!...com cada ser...!)  


Não importa o quanto tentemos, 

Concretizar um movimento não natural, jamais vai depender da (nossa) natureza. 


As Estações de nosso tempo são perfusas por um sistema que não circula de maneira lógica - sequer natural. 

Elas não são sequenciais, 

Não são explicitas, 

Não são unas. 

Elas se entremeiam, 

Se confundem,

Se excluem, 

Se compõem. 


Ao mesmo tempo em que temos um final (daquilo que estávamos julgando começar), entremeamos com um (o) começo (de algo que já julgávamos configurado).

Não sabemos em que estação estamos. 

Não sabemos qual o movimento incitamos. 

Não podemos esclarecer um ponto, ou até mesmo posição, definitivos.


E não adianta estacionar - o agora clama o amanhã - não há como parar um tempo que escorre em nossos dedos - que se finda diante de nossos olhos - apesar de que como gostaríamos que isso fosse possível! (dogs!)

A fluidez é necessária; 

O Caminho (Tao) se caminha, caminhando.


Devemos, sim, entender cada Estação. 

O que cada uma delas representa. 

O que cada uma delas proporciona.

O que cada uma delas retira.  

O que cada uma delas requer. 

E estar sempre prontos para seguir, como seja, reconhecendo qual é a melhor ação (mesmo que nenhuma seja tomada) em cada ocasião. 


Lidar (e [con]viver) com a multiplicidade de facetas escancaradas em nossa vida, sem se subjugar a uma delas, é uma atitude possível que nos faz capaz de abraçarmos a complexidade e a completude de nossa própria existência. 



Somos vários, porém (...) Um. 


segunda-feira, 3 de maio de 2021

Desata

"Yes. After all, you won't know what is going to happen." 


Um dia me reconheci. Me propuz. 

E hoje me percebo, me relembro, me componho. 

Me perpasso, me remonto.


Com.

e

De.


 Força (力量) - Coragem (勇氣)


Não há como ser diferente - é assim que encontro meu caminho. 

Se a vida não me fizer - eu mesmo o (me) faço. 

É assim que sei. É assim que sou. (É assim que tenho de ser - para ter sentido!)


De tudo que acontece, de tudo que se estabelece, essa é a unica maneira que eu vou conseguir lidar. 

Não importa onde, não importa como. 

Que seja solo, como sempre. 

Pois é assim que sempre o é. 

( E tal qual não me falto, e tal qual não me falta - consigo, ...! )


A Força é interna - é de si que se introjeta. É de si, que s(i)e completa.

A Coragem é inata - é da situação que ela se compõe. É da necessidade que ela se dispõe. 



Se não há certo, tudo vai dar. 



O que um dia conjecturei: 

"Quem quiser nascer, tem de destruir um mundo" (Herman Hesse)


Cá estou vivo, interminável mundo novo.

🔄



...



... Nesses momentos o que sinto é que não há nada que possa me vencer... a não ser, o tempo ...


Playing: Dirty Road - Days of the New

sábado, 3 de abril de 2021

Vivência

Diante da irregularidade

O que podemos oferecer 

É nossa vontade de prevalecer.


Num mundo voraz, sistemático e incondizente

O que nos resta é 

Ser sútil.


Simplesmente sabemos 

Que não há unicidade 

No outrém

...Nem mesmo no além.


Ser uno. 

Seu. 

Presente. 

É estar. 


E por mais que percebamos que a nossa estadia é muito mais sola do que deveria ser. 

Não importa. 

Transitamos.


Logo, nos resta fazer desse trânsito, 

A prevalência de nossa (própria) imagem. 

A realização de nossas ideias.


Nada é tão ruim que não possa piorar; eu sei. 

Mas tudo é tão possível quanto você o faça ser.

E a cada dia, você tem a oportunidade de viver - o hoje e o agora.


Você é Você. 

(Você é seu...)

E ninguém pode tirar isso de si. 

E assim, sim, é se conhecer - ninguém pode te tirar o conhecimento!


Sem esse auto, não podemos ter nossa própria autoridade. 

E saber de si, é o essencial para poder de fato (sobre)viver. 


Valha-me de algum valor; 

(pois) Eu quero me valer; 

Valorar, cada passo, vivência, vida. 


Tal... 

Verdade.